A Regina Duarte atirou no que pensava ter visto e acertou no que nunca viu. 
Medo de comunismo com Lulla? É uma piada sem o menor sentido.
O marqueteiro safado  criou sim uma imagem de paladino salvador para o Lulla 
que não seduziu a classe média por temor algum. Ela embarcou na canoa por não 
agüentar mais a política econômica porca do FH, por seu neoliberalismo fajuto e 
pela esperança de mudanças que não vieram e nem virão com o Lulla. 
Mesmo que eliminemos todos os demais partidos e fiquemos apenas com o PT e o 
PSDB, não é tarefa fácil apontar o pior e mais imundo.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: AKA 
To: [email protected] 
Sent: Friday, November 16, 2007 1:00 PM
Subject: Re: Fw: [gl-L] Fwd: [Acropolis_] Merval Pereira - O PT dividido


não se criou aura nehuma

apenas uma imagem criada pelo marqueteiro mor que é conhecido no mercado 
publicitario como um ladravas

ele apenas criou o LULINHApaz e AMOR que acalmou a classe media apavorada com 
os "comunistas" 

esqueceu da ESTU COM MEDO mocinha do  brasil... Regina DUarte??



On Nov 16, 2007 12:54 PM, ccarloss <[EMAIL PROTECTED]> wrote:





  Kleber, 

  O PT nunca foi fortalecido. Criou-se uma inexplicável aura de santo guerreiro 
para o Lulla e ele é a força petista. Nenhum outro candidato desse partideco 
que se lançasse à presidência seria eleito. 
  O Lulla, após perder três eleições e tendo como antecessor o canalha FH foi 
julgado vítima, com o seu discurso vazio de projetos mas cheio de promessas 
incumpríveis, teve, além do favorecimento da ralé eleitoral, o apoio da classe 
média também já cansada das práticas mafiosas do tucanato,  tão ou mais 
acanalhado que o PT e como de resto de todos os demais partidos brasileiros.
  O segundo mandato foi comprado com o bolsa-tudo e a popularidade do calango 
cabeça-chata deveu-se à ignorância e à fome de quem mata a sede com poeira e a 
fome com os espinhos da caatinga.
  Somos um povo sem ideologia e sem dirigentes que desejem fazer daqui uma 
nação.
  Estamos cercados de ladrões aquartelados em Brasília e só vejo a retirada 
deles pela força. Seja com enfrentamento ou por golpe. Com uma ou outra 
situação, resolve-se o que fazer depois. Só não dá mais pra aturar essa corja 
que saiu do esgoto para o palácio.

  Um abraço.

  Carlos Antônio.

  ----- Original Message ----- 
  From: AKA 
  To: [email protected] ; [EMAIL PROTECTED] 
  Sent: Friday, November 16, 2007 5:53 AM
  Subject: [gl-L] Fwd: [Acropolis_] Merval Pereira - O PT dividido


  CC

  cada vez fica mais evidente a divisão entre tres vertentes:
  - o Lullismo - como todo o governo populista, 
  - os antigos PTistas tradicionais, e 
  - os que vieram para abrir o cofre da viuva com o pe-de-cabra e se perpetuar 
na mamata..

  e lembrar que ainda existem uns trou, digo, eleitores que ainda acreditam num 
governo probo


  ---------- Forwarded message ----------


  Merval Pereira - O PT dividido

  O Globo
  14/11/2007

  À medida que se aproxima a eleição para a presidência do PT, as
  divergências no partido vão se explicitando, deixando claro que as
  marcas das crises que o partido vem vivendo desde o mensalão continuam 
  se fazendo sentir. O ministro da Justiça, Tarso Genro, é um exemplo
  claro dessa ferida que o tempo não cicatriza, ele que assumiu a
  presidência do partido na crise do mensalão, em 2005 e tentou
  refundá-lo, contra o grupo do ex-ministro José Dirceu, que até hoje 
  tem o controle da máquina partidária. A insatisfação do grupo de Tarso
  Genro com os caminhos do PT é tão grande que ele, esta semana,
  alinhou-se a uma crítica antiga do tucano José Serra e repetiu que a
  corrente hegemônica no PT nacional "desistiu da utopia". 

  O atual governador de São Paulo, ao assumir a presidência do PSDB após
  ser derrotado por Lula, acusou o PT de adotar um "bolchevismo sem
  utopia", denunciando-o como um partido de aparelhamento do Estado com 
  fins corporativos, e não ideológicos, com o objetivo do poder pelo
  poder.

  Pois o ministro Tarso Genro esta semana concordou com Serra, dizendo
  que o objetivo central da direção tem sido manter a estrutura de 
  poder, se afastando da intelectualidade e barrando a discussão sobre a
  política econômica do governo federal.

  A crise ética que o partido viveu, segundo Tarso, exige que, na troca
  da presidência nacional, novos caminhos sejam trilhados. O candidato 
  do grupo "Mensagem ao Partido" é o deputado federal José Eduardo
  Cardozo, que se notabilizou na CPI do mensalão como um petista
  independente.

  Já o coordenador do MST, João Pedro Stédile, divulgou nota anunciando 
  o apoio do movimento a Valter Pomar, o candidato da "Articulação de
  Esquerda", esperando que ele leve o partido nos rumos do socialismo.

  Atual secretário de relações internacionais do PT, Valter Pomar saiu 
  em defesa de Hugo Chávez, atacando um dos maiores sustentáculos do
  governo Lula, o senador José Sarney, que luta para impedir a entrada
  da Venezuela no Mercosul sob a alegação de que o país caminha para uma
  ditadura, não preenchendo a chamada "cláusula democrática" do bloco 
  que ajudou a fundar quando era presidente da República.

  Pomar não deixa de lembrar o apoio de Sarney às ditaduras militares e
  diz que chega a ser engraçado ver gente como ele e Paulo Maluf - que é
  o relator da entrada da Venezuela no Mercosul na Comissão de 
  Constituição e Justiça da Câmara e já anunciou seu voto contrário -
  criticando Chávez, quando foram beneficiados por atos das ditaduras
  militares.

  Pomar e Cardozo são dois dos sete candidatos a presidente nacional do 
  PT. Os outros são: Ricardo Berzoini, o candidato do grupo do
  presidente Lula e do ex-ministro José Dirceu; Jilmar Tatto, do grupo
  da ministra Marta Suplicy; o trotkista Marcos Sokol; o ecologista
  Gilney Viana e o marxista José Carlos Miranda. 

  Outro sinal de que há mudanças estruturais na militância profunda do
  PT foi o VI Encontro Nacional de Fé e Política, que reuniu cerca de
  quatro mil pessoas de 23 estados, no SESC de Nova Iguaçu, no fim de
  semana.

  Foi o sexto encontro desse tipo: os dois primeiros, em Santo André e
  em Poços de Caldas, aconteceram em 2000 e em 2002, e Lula esteve
  presente. Eleito presidente, Lula não compareceu mais aos encontros, 
  que reúnem a chamada esquerda cristã, um dos antigos sustentáculos
  mais fortes do partido.

  Embora grande parte da militância das chamadas "comunidades de base"
  ainda mantenha vínculos políticos com o PT, esse encontro marcou uma 
  postura mais discreta e menos triunfalista frente ao governo Lula.

  Dois fundadores do PT e dos encontros, membros proeminentes da
  militância da esquerda católica, estiveram presentes, exemplificando a
  divisão no partido: o chefe de gabinete particular da Presidência da 
  República, Gilberto Carvalho, nas vezes em que se pronunciou, não
  falou de governo. Já o deputado dissidente Chico Alencar sentiu-se
  "totalmente à vontade" no evento e não sofreu qualquer hostilidade.

  A oficina que coordenou, sobre "Espiritualidade e militância
  política", foi uma das mais concorridas, e um texto de Leonardo Boff
  que circulou mencionava o PSOL como "novidade necessária, pois cumpre 
  tarefa imprescindível numa democracia, coisa que a maioria dos
  partidos não está fazendo: manter alta a bandeira da ética e viva a
  idéia do bem comum, constituindo-se como consciência crítica e
  vigilante da nação, organicamente articulado com os anseios 
  populares".

  O governo também não foi hostilizado, mas o tom do encontro foi o que
  estava escrito na convocação: "Sabemos que o voto popular que deu um
  segundo mandato ao presidente Lula não coloca seu governo 
  automaticamente no caminho das mudanças estruturais".

  Segundo Chico Alencar, "a linha geral que pontuou falas e debates é a
  da organização de base, do reforço aos movimentos populares, de um
  trabalho educativo e molecular para uma nova consciência política e a 
  disputa de hegemonia na sociedade".

  A crítica forte à corrupção e à perda da coerência política do PT
  mostrou que há uma margem de manobra nas "comunidades de base", que
  deram origem ao PT, para alternativas políticas mais à esquerda. É por 
  essas e outras divisões internas que o ministro da Justiça, Tarso
  Genro, adverte que mesmo que o presidente Lula termine seu governo
  muito popular, o PT não sairá necessariamente das eleições fortalecido
  se não fizer uma revisão de procedimentos. 





 

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