mas quem se pho-de é o POVO
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

On Nov 16, 2007 12:08 PM, marco figueiredo <[EMAIL PROTECTED]>
wrote:

>   comentários pudendos :
>
> o lugar do PT,  entre racha e buraco...  :-))))
>
>
> Em 16/11/07, AKA <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> >    CC
> >
> > cada vez fica mais evidente a divisão entre tres vertentes:
> > - o Lullismo - como todo o governo populista,
> > - os antigos PTistas tradicionais, e
> > - os que vieram para abrir o cofre da viuva com o pe-de-cabra e se
> > perpetuar na mamata..
> >
> > e lembrar que ainda existem uns trou, digo, eleitores que ainda
> > acreditam num governo probo
> >
> >
> > ---------- Forwarded message ----------
> >
> >   Merval Pereira - O PT dividido
> >
> > O Globo
> > 14/11/2007
> >
> > À medida que se aproxima a eleição para a presidência do PT, as
> > divergências no partido vão se explicitando, deixando claro que as
> > marcas das crises que o partido vem vivendo desde o mensalão continuam
> > se fazendo sentir. O ministro da Justiça, Tarso Genro, é um exemplo
> > claro dessa ferida que o tempo não cicatriza, ele que assumiu a
> > presidência do partido na crise do mensalão, em 2005 e tentou
> > refundá-lo, contra o grupo do ex-ministro José Dirceu, que até hoje
> > tem o controle da máquina partidária. A insatisfação do grupo de Tarso
> > Genro com os caminhos do PT é tão grande que ele, esta semana,
> > alinhou-se a uma crítica antiga do tucano José Serra e repetiu que a
> > corrente hegemônica no PT nacional "desistiu da utopia".
> >
> > O atual governador de São Paulo, ao assumir a presidência do PSDB após
> > ser derrotado por Lula, acusou o PT de adotar um "bolchevismo sem
> > utopia", denunciando-o como um partido de aparelhamento do Estado com
> > fins corporativos, e não ideológicos, com o objetivo do poder pelo
> > poder.
> >
> > Pois o ministro Tarso Genro esta semana concordou com Serra, dizendo
> > que o objetivo central da direção tem sido manter a estrutura de
> > poder, se afastando da intelectualidade e barrando a discussão sobre a
> > política econômica do governo federal.
> >
> > A crise ética que o partido viveu, segundo Tarso, exige que, na troca
> > da presidência nacional, novos caminhos sejam trilhados. O candidato
> > do grupo "Mensagem ao Partido" é o deputado federal José Eduardo
> > Cardozo, que se notabilizou na CPI do mensalão como um petista
> > independente.
> >
> > Já o coordenador do MST, João Pedro Stédile, divulgou nota anunciando
> > o apoio do movimento a Valter Pomar, o candidato da "Articulação de
> > Esquerda", esperando que ele leve o partido nos rumos do socialismo.
> >
> > Atual secretário de relações internacionais do PT, Valter Pomar saiu
> > em defesa de Hugo Chávez, atacando um dos maiores sustentáculos do
> > governo Lula, o senador José Sarney, que luta para impedir a entrada
> > da Venezuela no Mercosul sob a alegação de que o país caminha para uma
> > ditadura, não preenchendo a chamada "cláusula democrática" do bloco
> > que ajudou a fundar quando era presidente da República.
> >
> > Pomar não deixa de lembrar o apoio de Sarney às ditaduras militares e
> > diz que chega a ser engraçado ver gente como ele e Paulo Maluf - que é
> > o relator da entrada da Venezuela no Mercosul na Comissão de
> > Constituição e Justiça da Câmara e já anunciou seu voto contrário -
> > criticando Chávez, quando foram beneficiados por atos das ditaduras
> > militares.
> >
> > Pomar e Cardozo são dois dos sete candidatos a presidente nacional do
> > PT. Os outros são: Ricardo Berzoini, o candidato do grupo do
> > presidente Lula e do ex-ministro José Dirceu; Jilmar Tatto, do grupo
> > da ministra Marta Suplicy; o trotkista Marcos Sokol; o ecologista
> > Gilney Viana e o marxista José Carlos Miranda.
> >
> > Outro sinal de que há mudanças estruturais na militância profunda do
> > PT foi o VI Encontro Nacional de Fé e Política, que reuniu cerca de
> > quatro mil pessoas de 23 estados, no SESC de Nova Iguaçu, no fim de
> > semana.
> >
> > Foi o sexto encontro desse tipo: os dois primeiros, em Santo André e
> > em Poços de Caldas, aconteceram em 2000 e em 2002, e Lula esteve
> > presente. Eleito presidente, Lula não compareceu mais aos encontros,
> > que reúnem a chamada esquerda cristã, um dos antigos sustentáculos
> > mais fortes do partido.
> >
> > Embora grande parte da militância das chamadas "comunidades de base"
> > ainda mantenha vínculos políticos com o PT, esse encontro marcou uma
> > postura mais discreta e menos triunfalista frente ao governo Lula.
> >
> > Dois fundadores do PT e dos encontros, membros proeminentes da
> > militância da esquerda católica, estiveram presentes, exemplificando a
> > divisão no partido: o chefe de gabinete particular da Presidência da
> > República, Gilberto Carvalho, nas vezes em que se pronunciou, não
> > falou de governo. Já o deputado dissidente Chico Alencar sentiu-se
> > "totalmente à vontade" no evento e não sofreu qualquer hostilidade.
> >
> > A oficina que coordenou, sobre "Espiritualidade e militância
> > política", foi uma das mais concorridas, e um texto de Leonardo Boff
> > que circulou mencionava o PSOL como "novidade necessária, pois cumpre
> > tarefa imprescindível numa democracia, coisa que a maioria dos
> > partidos não está fazendo: manter alta a bandeira da ética e viva a
> > idéia do bem comum, constituindo-se como consciência crítica e
> > vigilante da nação, organicamente articulado com os anseios
> > populares".
> >
> > O governo também não foi hostilizado, mas o tom do encontro foi o que
> > estava escrito na convocação: "Sabemos que o voto popular que deu um
> > segundo mandato ao presidente Lula não coloca seu governo
> > automaticamente no caminho das mudanças estruturais".
> >
> > Segundo Chico Alencar, "a linha geral que pontuou falas e debates é a
> > da organização de base, do reforço aos movimentos populares, de um
> > trabalho educativo e molecular para uma nova consciência política e a
> > disputa de hegemonia na sociedade".
> >
> > A crítica forte à corrupção e à perda da coerência política do PT
> > mostrou que há uma margem de manobra nas "comunidades de base", que
> > deram origem ao PT, para alternativas políticas mais à esquerda. É por
> > essas e outras divisões internas que o ministro da Justiça, Tarso
> > Genro, adverte que mesmo que o presidente Lula termine seu governo
> > muito popular, o PT não sairá necessariamente das eleições fortalecido
> > se não fizer uma revisão de procedimentos.
> >
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> Marco Antonio Figueiredo
> Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal
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