> Pelo que li no artigo deles, buscam promover um DRM menos maligno e mais > aberto, mas que não deixa de ser DRM.
Não existe DRM menos maligno. > Estamos voltando naquele tempo que está mais fácil, e mais seguro, > piratear, do que usar o serviço "legitimo" (a exemplo do > https://github.com/popcorn-official). Ou seja, essa parceria não vai > reduzir o uso "indevido" de produções culturais. Isso me lembrou "Free: The Future of a Radical Price" do Chris Anderson [1]. Felizmente tenho uma cópia no bom e velho papel SEM DRM. Se alguém quiser ler só pegar comigo no amanhã no LibreBar. Raniere [1] http://en.wikipedia.org/wiki/Free:_The_Future_of_a_Radical_Price
