Em Sat, Aug 25, 2001 at 06:12:26AM -0300, Kiss The Blade escreveu:
> At 04:19 25/8/2001 -0300, Arnaldo Carvalho de Melo wrote:
> >Eu me segurei para n�o falar Slowaris como o DaveM, mas agora que voc�
> >falou... 8) "three or more layers of abstraction, yes, sounds like
> >Solaris" � coment�rio comum no meio dos desenvolvedores 8)
> :)
> A gente j� se acostumou. � legal vc ligar a m�quina que nao est� rodando
Oh, ent�o descobri sua fac��o agora :P
> nada, brincar com o CDE e ver o bicho se arrastar. Iniciar 1, 2 inst�ncias
> do 8i e por em producao, e ver se arrastar, do mesmo jeito. 4, 6
> inst�ncias, sem cair performance na que est� produzindo, e ainda lento, mas
> do mesmo jeito q antes de chamar o banco. 10, 12, mesma coisa, agora
> chamando o Netbeans, e abre o Netscape (que aqui funciona), agora starta o
> OAS. E o bicho produzindo do mesmo jeito sem parar. � assombroso. Parece
> lento, mas s� parece :). Na E10k tamb�m deve ser assim.
heh, talvez seja ent�o comparar bananas com laranjas, por sua explica��o o
Solaris ent�o n�o � um SO de prop�sito geral, j� vindo preparado para
situa��s de carga n�o normais para a maioria, apenas para o um determinado
nicho. E isto n�o � problema, apenas o torna adequado para determinado
nicho.
> >Nope, n�o vai para o buraco, XFS, etc, est�o indo � para a base de c�digo
> >do Linux mesmo 8)
> Crippled? O sistema de arquivos do AIX � �timo, mas nao adianta muita coisa
nope, o pessoal do JFS at� rodou o indent em uma de suas �ltimas vers�es
liberadas! ;) Mas sim, o sistema operacional^W^Wdriver da nvidia � ofuscado,
mas mesmo com o mercado de placas de v�deo estar se "consolidando" ainda
temos v�rias outras opc�es...
> quando vc nao tem o c�digo do LVM, que todos nos sabemos que nao � bom no
> Linux. Numa mensagem de algumas semanas atr�s eu dizia que estavam nos
Aqui est� uma coisa interessante com os cr�ticos, na busca de algo para
criticar no Linux est�o fazendo um trabalho _excelente_, pois muitas vezes
esta "determina��o" em mostrar os problemas cria ainda mais determina��o
nos desenvolvedores para resolver estes problemas, quando reais, n�o para
satisfazer os cr�ticos, mas para ter algo melhor. Assim, como os
pessimistas fazem backups e por isto devem ser louvados, eu adoro os
cr�ticos do Linux 8)
E sim, se "o c�digo LVM n�o � bom Linux", � melhor do que h� dois anos (um
quinto da "vida" do Linux, se voc� considerar que nos primeiros anos era
"just for fun" no sentido mais jocoso), quando ele nem estava presente,
agora o que precisamos � que o "o c�digo LVM n�o � bom no Linux" se
transforme em "ele n�o � bom por este detalhe, este outro, mais este, e
veja que absurdo, n�o tem isto e aquilo", assim a cr�tica fica at� mais
contundent por estar fundamentada, mostrando possivelmente que � ruim,
mesmo, e assim a cr�tica se torna �til, pois o cr�tico agindo assim estar�
agindo da mesma forma que os advogados do Linux, mostrando os problemas
para que pelo menos eles sejam conhecidos e os interessados em ajudar
possam faz�-lo.
Como dizemos para os novatos: detalhes, por favor, detalhes.
> dando comida de beb� quando queremos carne.
hey, ent�o pegue sua soca tempero e vamos matar umas rolinhas, nambus, uns
calangos, e fornecer esta carne, n�o ficar batendo o talher no prato,
sentadinho esperando que algu�m cace por voc�. Lembra da cigarra e das
formiguinhas?
No offense, sou do interior de Alagoas, por isto os exemplos 8)
> > > aberra��es da SCO nunca foram grande coisa mesmo.
> >agreed
> :)
> amarram e atrasam o progresso e a inova��o, and remember: "Software for
> >FREE, service for FEE", ou voc� acha mesmo que com a comoditiza��o dos
> >componentes de hardware e constante disponibiliza��o de software de livre
> >distribui��o estas empresas conseguir�o manter sua lucratividade sem se
> >focar em consultoria e servi�os?
> J� vimos o que aconteceu com os pequenos quando as grandes entraram no
> neg�cio de hardware commodity. A entrada das grandes no ramo de consultoria
> e servi�os com certeza minaria da mesma forma a base dos pequenos, gerando
> uma concentra��o de mercado na m�o de duas ou tr�s especialistas. Apesar de
> toda a propaganda do outsourcing, as pessoas ainda preferem gastar menos
> produzindo da mesma forma, e se for necessario estas mesmas grandes
> atacar�o no pre�o. E a VA viu bem que nao d� pra bater o pre�o de quem tem
> dinheiro.
Heh, sim � uma possibilidade, outra � que elas usem seu brand name e
contratem as pequenas para fazer o delivery, fortalecendo as pequenas, que
est�o mesmo in other league. Sim, podem querer fazer tudo, mas hey, a IBM
j� tem mais de 250.000 funcion�rios, se tentar atender o mundo inteiro
a IBM vai ter alguns problemas de administra�ao... Business parter, partner
program, etc, pop in my brain
> Sim, a entrada desse pessoal � M� para n�s que nao temos bilhoes pra gastar.
> > > padroes abertos que interoperam entre si relativamente bem, e
> > > software da Microsoft :). Agora que estas empresas estao acordando
> > > para o fato de que
> >Defina interoperar neste contexto
> � melhor dar exemplos. Java, XML, SQL. Um padrao semipropriet�rio, outro
> padr�o aberto, outra especifica��o da ind�stria. In�meros softwares
> propriet�rios foram constru�dos em cima desses 3, que intercambiam
> documentos, procedimentos, l�gica de neg�cios e no caso do Java, at�
> bin�rios, pois apesar de terem caracteristicas diferenciadas todos
> entendem o mesmo subset b�sico de funcionalidade. Sim, existir�o sempre
> os J++, os .Net, os PL/SQLs da vida, mas voc� n�o est� restrito a estes.
> No caso de uma implementa��o melhorada e relicenciada de um programa open
> source baseado em um padr�o 'aberto' mas nao referendado (o proprio
> codigo, nesse caso) por uma especificacao definida e portavel, somente
> uma reimplementacao da parte fechada permitiria que o software aberto
> mantivesse interoperabilidade no mesmo nivel da versao fechada, e essa
> reimplementacao teria q ser feita via engenharia reversa. _Isto_ �
> retrocesso.
N�o, � algo legal (lei) se o autor retirar as contribu��es de propriedade
de outros que n�o aceitem o relicenciamento, e mostra tentativas de modelos
de neg�cio destas empresas/pessoas, s�o livres para isto. Como outros s�o
livres para relicenciar software propriet�rio como GPL ou outra licen�a de
livre distribui��o.
> E � tend�ncia. Vide relicenciamento do Webmin, do SourceForge, do
> programa da ArsDigita, as licen�as tipo MPL que pipocam... ad nauseum.
Cuidado com o "e � tend�ncia", voc� est� pegando um bonde, pode ser o
errado. Posso dar contra-exemplos... ad nauseum.
E sim, concordo com voc�, � melhor dar exemplos: StarOffice GPLed (ok,
tamb�m SCSL, mas quem disse que o c�digo do Soffice n�o pode ser usado em
outros projetos GPLed?) JFS, XFS, QT, vide an�ncios recentes da Caldera e
HP (ok, parecem atos de penit�ncia e no caso da Caldera as contribui��es
parecem pequenas), e como exerc�cio (di�rio para os interessados) podemos
garimpar as dezenas de milhares de projetos no sourceforge, freshmeat, etc,
e constantemete encontrar pepitas interessantes, ok, tamb�m se acha pirita
8) mas n�o � assim nas dezenas de milhares de softwares comerciais? Ces't
la vie.
Talvez quando mais gente escrever na lousa 1000 vezes "software for free,
service for fee. software for free service for fee. software for free,
service for fee..."
> > > GPL nao � comercialmente vi�vel, o que impede-as de tomar software aberto
> >huh, j� chegamos a esta conclus�o?
> A conclus�o que eu chego, analisando os registros de prejuizo da Redhat,
> Caldera, e at� da Conectiva (4� pior taxa de rentabilidade [187,4%
> negativo] do ano fiscal de 2000, maior at� que a do UOL. Granted, foi a
> s�tima empresa que mais cresceu nesse ano [83,5%]. P�ginas 73 e 93 do
> ranking INFO Exame das 200 maiores empresas de tecnologia do Brasil,
> desse m�s), � que o modelo de negocios baseado em c�digo GPL nao gera
> lucros para n�s que vivemos de software. Se bem que no meu caso, sou um
> daqueles
Nos quem? A Conectiva, por exemplo, tenho informa��es de que n�o vive de
software, vive de servi�os. Empacotar softwares em uma caixa de forma
conveniente � um servi�o, e ela fornece muitos outros, que dizem j�
respondem pela maior parte da receita.
E sim, ainda est� somente come�ando. Muito jovem, time will tell.
> que escrevem os 80% do c�digo que nunca sai do lugar onde foi escrito,
> entao pouca ou nenhuma diferen�a faz se ele � aberto ou n�o. Mas isso
> muda
yup, creio que 90% do c�digo que escrevi n�o saiu do lugar, escrevi como
empregado, o licenciamento ficava a cargo de meu empregador. � excelente
agora estar trabalhando em uma empresa que permite a libera��o de meu
c�digo como GPL ou de acordo com a licen�a que o projeto que eu contribua
ditar.
> a partir do momento que deixo o regime fixo, como penso em fazer agora
> (ou j� fiz, verei segunda). Quem dera houvesse algum incentivo � produ��o
> de software nacional (e nao falo s� de software aberto) aqui no Brasil...
> putz como isso t� fora da thread, esquece essa parte :)
Eu preferiria que houvesse apoio a uma industria forte de servi�os, assim,
mais uma vez, pular�amos um ciclo 8) Com uma industria _forte_ de servi�os,
ter�amos subs�dios para a produ��o dos softwares, de livre distribui��o,
necess�rios � implementa��o destes servi�os.
> >entramos em algo como c10k ou outras monstruosidades como os amantes dos
> >quilos de threads como forma de "resolu�ao de problemas".
> Direto no queixo :)
huh 8)
> > > Mesmo assim, boa. 1x0.
> >Opa, n�o � disputa, � discuss�o, espero produtiva
> Ent�o, W.O.
Hey, amistoso, pelada, just for fun 8)
- Arnaldo
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