Enviei antes de terminar... sorry!

Faltou uma coisa, deveríamos usar toda está energia contra o UBUNTU, para frear 
o governo federal no retrocesso de retorno ao uso do M$, mesmo onde já estava 
funcionando 
sistema em Software Livre, como o expresso! As pessoas falam mal do expresso, 
eu usei o expresso há anos atrás, no começo da implantação na Dataprev e eu não 
tive problema.

Porque o MPOG retornou a usar outlook? Porque acabou com CISL? Porque não cita 
no novo decreto o Software Livre?

O FLISOL é uma instância para conquistar novos usuários, não de radicalismos é 
para convencer, e se não temos drivers livres, o ideal seria uma campanha junto 
aos desenvolvedores, para desenvolve-los, assim não precisaríamos dos 
proprietários! Brigaríamos só pelo hardware livre!


Saudações LIVRES!

Está é minha participação nessa tread. FIM!



----- Mensagem original -----
De: Claudia Costa <claud...@softwarelivre.org>
Para: PSL-Brasil <psl-brasil@listas.softwarelivre.org>
Enviadas: Fri, 12 Feb 2016 12:20:24 -0200 (BRST)
Assunto: Re: [PSL-Brasil] Que lindo, a ficha está caindo: "FLISOL de Curitiba 
rejeita repeteco da campanha querendo dividir as comunidades no evento"

Olá Pessoal,

----- Mensagem original -----
De: Paulo Henrique Santana <p...@softwarelivre.org>
Para: PSL-Brasil <psl-brasil@listas.softwarelivre.org>
Enviadas: Fri, 12 Feb 2016 11:04:56 -0200 (BRST)
Assunto: Re: [PSL-Brasil] Que lindo, a ficha está caindo: "FLISOL de Curitiba 
rejeita repeteco da campanha querendo dividir as comunidades no evento"

----- Mensagem original -----
> De: anah...@anahuac.eu
>
> Olá Paulo,

Olá.
 
> Não vou insistir mais.
> Entendo definitivamente que você não pretende mudar de opinião e não importa
> qual argumento eu use.

   É, não vou mudar, e tenho certeza que tudo que eu disser você também não vai 
mudar.
   Mas como "insistiu", vou insistir mais um pouco também :-)


A decisão da carta foi coletiva, e embora você, Daniel e eu tenhamos assinado o 
manifesto em 2015, 
acredito que como eu, por entendermos que é uma discussão válida e necessária 
(em relação aos softwares não livres, não à distribuição)!
O que aconteceu foi uma total discórdia na comunidade, o que na minha opinião 
não nos leva a nada! 


> Se for pela coerência plena você me acusará de estar sendo incoerente com o
> manifesto do FLISOL #semUbuntu e se não for por ela, é por que não posso 
> cobrar
> nada mesmo :-)

  Você está nos acusando de ser complacentes com a instalação de softwares não 
livres e você mesmo admite em seu texto que, se necessário, os instaladores 
devem 
    abrir        exceção para instalar softwares não livres.
   Não estou te acusando, estou mostrando que você está alinhado com o nosso 
pensamento aqui, de que infelizmente será preciso abrir concessões.

 
> Aquele manifesto que você mesmo não apoia, mas vira sua referência para
> desqualificar minha critica?
> Interessante você usar um texto com o qual não concorda para justificar um 
> outro
> que, supostamente diz o mesmo, e com o qual você concorda.

  Pois é, eu não concordo com a campanha contra uma distribuição porque acho 
que hoje ela é um tiro no pé, mas ontem fui reler o texto porque eu lembrava 
que havia uma 
  recomendação para instalação de softwares não livres.
  E tá lá, esse trecho mostra que você está alinhado com o nosso pensamento 
aqui, de que infelizmente será preciso abrir concessões.

  Infelizmente foi mais fácil pra você apontar o dedo para o nosso texto e 
começar a nos desqualificar.


Sempre é mais fácil!


> Na minha sugestão é o usuário quem "suja as mãos" e age de forma livre e
> autônoma para infectar seu equipamento com softwares não livres.
> Vocês do Curitiba Livre preferem sujar as próprias mãos em vez de delegar isso
> ao usuário final.
> 
> A diferença é simbólica mas fundamental: eu sugiro que no FLISOL não queremos 
> e
> achamos tão ruim instalar software não livre deixamos esse "trabalho sujo" 
> para
> o usuário.

  Vou imaginar dois cenários:

  Cenário 1: O instalador percebe que terá que instalar algum driver fechado ou 
pacote de codec fechado.
  Ele explica a situação para o visitante, que a partir daquele momento o 
notebook dele não terá mais apenas softwares livres, que isso é ruim, etc, etc, 
etc, e pergunta se 
  o visitante concorda com a instalação.
  O visitante lamenta a situação, fica revoltado com os fabricantes de 
hardware, com as empresas que desenvolvem os codecs, mas ok, concorda em 
instalar.
  Então o instalador digita no terminal:
  "apt-get install pacote-de-codecs-fechados driver-fechado"
  E dá enter.

   Cenário 2: O instalador percebe que terá que instalar algum driver fechado 
ou pacote de codec fechado.
   Ele explica a situação para o visitante, que a partir daquele momento o 
notebook dele não terá mais apenas softwares livres, que isso é ruim, etc, etc, 
etc, e pergunta 
   se o visitante concorda com a instalação.
   O visitante lamenta a situação, fica revoltado com os fabricantes de 
hardware, com as empresas que desenvolvem os codecs, mas ok, concorda em 
instalar.
   Então o instalador digita no terminal:
   "./pacote-que-instalar-codecs-fechados-e-driver-fechado.sh"
   E diz ao visitante que ele (o visitante) terá que dá enter.
   O visitante então dirige o seu dedo até a tecla enter e a aperta.

    No cenário 1, o instalador "sujou as mãos" ao apertar o enter, no cenário 2 
o instalador se isentou de toda a responsabilidade porque foi o visitante que 
apertou o 
    enter.
    Minha avaliação é: "aham... bemmmmm diferente mesmo..."



> Minha sugestão é trazer o debate para o centro da atividade com o objetivo de
> educar o participante.
> Vocês do Curitiba Livre dizem que não querem instalar antes de explicar... e
> depois de explicar quererão?

   Sim, depois de explicar, se o visitante mesmo assim quiser, o instalador vai 
instalar.
   Ah, pela sua recomendação também. 
   Mas ok, a ***sua*** recomendação para fazer uma discussão a respeito desses 
problemas é mais valiosa do que a nossa né? 
   Afinal, ou mudamos a nossa carta ou qualquer coisa dita por nós não é válida 
para o debate. 


Não temos que mudar nada! Também militamos há aos em prol do software livre! Eu 
particularmente, milito mesmo pelo seu modelo de colaboração e solidariedade, 
pois só isso
poderá levar o ser humano a outro nível de humanidade (estamos muito 
desumanos). Acredito, como falava para meus alunos, que a humanidade tem dois 
caminhos: Blade Runner ou
colaboração, pois andamos destruindo tudo.

 
> A diferença é que eu não proponho um método para poder instalar softwares não
> livres. A redação do seu texto, como está posta, diz claramente que depois de
> explicar os malefícios, vocês instalarão sim software não livre. Portanto esta
> ai o passo-a-passo para justificar a instalação de software não livre no
> FLISOL. É como se explicar os malefícios anulasse a ação de instalar softwares
> não livres.
> 
> Infelizmente o termo "indiscriminadamente" não tem nenhuma relevância nesse
> texto, por que vocês deixam claro que fica a critério do voluntário decidir
> qual(ais) e quanto(s) softwares não livres ele vai instalar.

    Desculpe Anahauc, você se perdeu. 
     Não há mais o que comentar sobre isso. Se pra você há diferença nos textos 
quando as recomendações, aí realmente eu não tenho mais nada pra argumentar.


> Minha sugestão é que façamos uma ação coordenada, em conjunto, em comunidade
> para dar um primeiro passo na direção do FLISOL ideal.
> Vocês do Curitiba Livre decidiram sozinhos explicar que não acreditam na
> possibilidade de termos um FLISOL ideal, e por isso vão ceder de forma
> premeditada e planejada à instalação de softwares não livres sempre que o
> voluntário decidir fazê-lo.
> 
> A diferença é que eu proponho um passo na direção do FLISOL ideal e vocês
> documentaram e justificaram como e porque o FLISOL deve permanecer do jeito 
> que
> está.


Além de explicar teremos um panfleto que irá ser distribuído sobre a questão 
dos hardware proprietários e dos plugins, falando sobre o que seria ideal.
Uma sugestão seria fazermos uma petição on-line para os fabricantes tornarem 
seus hardwares livres, quem fosse pediríamos para assinar, acho que é algo 
mais eficiente que ficarmos nesse looping infinito!




Putz, ok, você se perdeu de novo.
Se os trechos copiados não provam que você também está recomendando instalar 
softwares não livres, eu nem sei o mais o que dizer.
Vou até colocar aqui de novo:
"e) Automatizem via script a instalação dos pacotes não livres mais comuns: 
codecs multimídia privativos, Java, e outros, mas não executem vocês mesmos. 
Deixem que as pessoas façam isso elas mesmas."

Sinceramente não sei o que aconteceu Anahuac. Não sei se os elogios que 
fizemos, as afirmações de que era importante ter um cara que nem você na 
comunidade fazendo as cobranças, te subiram a cabeça e você se coloca numa 
posição egocentrista de achar que apenas aquilo que ***você*** propõe é 
importante. 

O FLISOL é do jeito que é há 11 anos. As pessoas que organizam no FLISOL não 
mudaram nos últimos 2 ou 3 anos. Elas sempre foram (como você mesmo diz) 
complacentes com a instalação de softwares não livres.
Mas você colocou na cabeça que sua missão é mudar o pensamento das pessoas que 
organizam o FLISOL.
Ok, não há problema nenhum publicar textos sobre como você acredita que deveria 
ser o FLISOL, sobre instalar ou não uma determinada distribuição, sobre qual 
deveria ser a postura dos instaladores. É normal, é salutar, é benéfico. Mas as 
custas de mostrar o que ***você*** quer mudar, você tratora os outros.

Mas quando nós (seus amigos) te dizemos "calma cara, não continua com a 
campanha sem ubuntu, vamos mudar o foco", você não aceita.
Quando nós (seus amigos) te dizemos "não vamos polemizar tanto, vamos propor 
iniciativas positivistas", você não aceita
Quando nós (seus amigos) te dizemos "vamos organizar um novo install fest com 
os métodos que a gente acredita que pode fazer diferença", você não aceita.

O resultado disso tá aí. Só você e outro colega assinaram o texto contra o 
ubuntu. E estamos há dois dias discutindo sobre o texto que até o momento, 
apenas você resolveu desqualificar por completo.

> Paulo, eu acredito na honestidade e na sinceridade da intenção do Coletivo
> Curitiba Livre ao publicar esse texto, até porque te conheço e conheço a 
> outros
> membros do coletivo pessoalmente. 

Sinceramente, por tudo o que você disse até agora, você realmente não acredita 
nisso.

> Estou reafirmando que essa carta não diz o
> que você acha que ela diz. Ela expressa e documenta formas claras de 
> justificar
> a instalação de software não livre no FLISOL e fora dele também.
> A leitura do documento não incita ao cuidado em não instalar software não 
> livre,
> ela incita a quais cuidados tomar para poder instalar software não livre.
> 
> E isso tanto é verdade que basta ver como ele foi comemorado por OSIstas
> clássicos como o Patola e seu asseclas no post e nos comentários do br-linux. 
> O
> texto é condescendente e tenta ser comedido e cauteloso. Ele coloca a 
> liberdade
> do voluntário em querer/poder instalar software não livre acima da
> responsabilidade dele como voluntário em um evento de instalação de Software
> Livre em não instalar software não livre.

Esse texto só deveria desagradar dois grupos de pessoas:
- Aqueles que não vão deixar de forma nenhuma instaladores de uma determinada 
distribuição sequer entrar no seu evento.
- Aqueles que acreditam que o FLISOL não deve em hipótese nenhuma ter 
instalação de softwares não livres.

Qualquer outra pessoa que aceita que (infelizmente) será preciso instalar 
softwares não livres está alinhado com o nosso texto.

> A divergência é que o manifesto "FLISOL #semUbuntu" irrita os OSIstas e o seu 
> os
> agrada.

Os "OSIstas" deveriam ter lido com mais atenção o seu texto. Eles iam perceber 
que você também recomenda a instalação de softwares não livres. Mas eles só se 
preocuparam em ler a parte da campanha contra o ubuntu.
Ah, claro, o jeito que você recomenda a instalação de softwares não livres é 
mais justo que o jeito que afirmamos que vamos fazer em Curitiba...

Abraços,

-- 
Paulo Henrique de Lima Santana
Curador de Software Livre da Campus Party Brasil
Membro da Comunidade Curitiba Livre
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