Anderson Kaiser escreveu:
> Em 21/04/08, Renato S. Yamane <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> 
> Concordo em partes, porém existem coisas que não podemos fugir na hora de
> salvar os documentos.
> 
> Na empresa que trabalho trocamos com sucesso todos os MSOffice por BROffice,
> porém, não podemos exigir que nossos clientes e parceiros façam o mesmo. Não
> posso enviar um documentos ao meu cliente em extensão .odt e falar pra ele
> "para abrir a proposta, instale BROffice".
> 
> Claro, isso é um exemplo. Quando adotamos orientamos que sempre que
> possível, exportasse o arquivo para .pdf, mas quando necessitamos enviar
> arquivos que forem sofrer alterações, temos que adotar um padrão que o
> destinatário possa abrir, modificar e devolver, e com certeza eles utilizam
> MSOffice.
> 
> Mas pelo jeito, só estão mudando a forma de fazer a mesma coisa.
> 
> De resto, sem comentários. Concordo com você.
> 
> 
Duvido que não aconteçam situações ridículas, como dois usuários trocando DOCs
entre si sem que um saiba que o outro também usa BrOffice.
Perguntar é sempre uma boa política.
Alguém poderia relatar sobre o RTF como formato de intercâmbio?

-- 
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.


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