O documento definitivamente é rejeitado, mas como você disse, os
motivos do rejeite são especificados, no caso mencionado, rejeitado
por estar fora do padrão. Ninguém gosta de ter seu documento
rejeitado, é claro, voce pode tentar barganhar com os interlocutores,
mas como se trata de gente grande (a toda poderosa Petrobrás) o qual
voce não quer criar nenhum tipo de problema de relacionamento então
voce acaba...(qual é palavra?)...humm sendo "co-agido" ou "induzido" a
fazer o que se pede sem questionar, neste caso, manter a formatação
original, isto é, o .doc que só o msword pode dar.

Não é apenas licitações, mas também laudos, projetos e enfim muitos
estilos de documentos diferentes e no exemplo da Petrobras eles usam
muito o formato proprietário. Pagou-se aqui por um software (quase R$
5.000,00) que escreve comentários (aqueles baloeszinhos amarelos)
dentro de PDF que não é diferente de vários outros softwares,
inclusive o Draw daria conta do recado, mas a ordem expressa era usar
o mesmo software que a equipe da Petrobrás estava usando. Só um
fornecedor (do Rio de Janeiro) revendia este software c/ treinamento.
Para não ser injusto, a única coisa que este software fazia de
diferente era assinar o documento PDF para quando você receber o PDF
contendo um desenho tecnico então saber que os comentários deixados
alí eram mesmo de você, nada que qualquer software assinatura de
arquivo não pudesse fazer.

Então meu caro, quando se trata de peixe grande (petrobrás e orgãos do
governo), os pequenos (nós) acabamos sendo co-agidos a repetir os
mesmos formatos e de forma virótica  a espalhar formatos proprietários
em outras empresas ainda menores, mesmo não sendo intencional.

Essa conversa tá boa, mas vou parar por aqui, pois saiu do foco.

[]'s

2010/1/27 Alexandre Magno Brito de Medeiros <[email protected]>:
> Não acredito que o documento seja "rejeitado" definitivamente. Acredito que
> o tal responsável por analisar o formato dos documentos deva entrar em
> contato com quem submeteu o documento, solicitando os ajustes. Esse tipo de
> interação abre as portas para a adoção de novas ferramentas, pois é algo
> mais flexível do que simplesmente "rejeitar".
>
> Alexandre Magno
>
> 2010/1/27 hamacker <[email protected]>
>
>> nao é bem assim, a Petrobrás (um exemplo) costuma ter pessoas no papel
>> de bibliotecário que faz uma intermediação entre documentos recebidos
>> e a pessoa que deveria receber o documento, é meio complexo para mim,
>> mas esse "bibliotecario" (esse nome foi inventado por mim, não sei
>> qual o nome correto disso) se perceber que o documento está fora dos
>> padrões da empresa dele, então rejeita-o. Até documentos do Word são
>> rejeitados quando percebe que a margem lateral foi modificada.
>>
>> Foi por isso que duvidei (e muito) quando uma pessoa na lista disse
>> que a Petrobrás tava usando Broffice.
>

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