Em complemento, o historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello usa a
expressão "monarquia bragantina" sediada no RJ, que é venerada por uma
historiografia "riocêntrica".

Embora eu nao concorde com tudo q ele diz, nesse caso concordo com ele.
Imaginem, por exemplo, que a cidade de Belém fazia mais comércio com Lisboa
do que com o RJ. O RJ pra eles, era outro mundo, muito longe..

FG

Em 19 de julho de 2010 23:20, Fabricio Augusto Souza Gomes <
[email protected]> escreveu:

> Para alguns historiadores - principalmente nordestinos - NÃO.
> Segundo eles, pq tudo se concentrava na capital - Rio de Janeiro.
> E de fato, o embelezamento e progresso, ocorreu mais no RJ do q em outras
> localidades.
> Tivemos a criação da Imprensa Régia, do Banco do Brasil, do Jardim
> Botânico, a vinda da Biblioteca Real...
> Gerou um grande descontentamento no restante do país... q culminou, duas
> décadas depois, nas "revoltas" regionais: cabanagem, sabinada, Revolução
> Praieira... a maioria "revoltas" disseminadas pelas proprias elites
> descontentes...
>
> FG
>
> Em 19 de julho de 2010 01:11, Rubens <[email protected]> escreveu:
>
>
>>
>> ...
>> FG| Somente com a chegada da Familia Real, em 1808, é que
>> | o Rio colheu benefícios. Só o Rio, pq na visão de outros
>> | historiadores - como o pernambucano Evaldo Cabral de
>> | Mello - para o Brasil, nada mudou.
>>
>> A abertura dos portos nao beneficiou o resto do Brasil?
>>
>> [ ] Rubens
>>
>> .
>>
>>  
>>
>
>
>
> --
> ----
> Fabrício Augusto Souza Gomes
> [email protected]
> MSN: [email protected]
> Blog: http://fabriciosgomes.livejournal.com/
>



-- 
----
Fabrício Augusto Souza Gomes
[email protected]
MSN: [email protected]
Blog: http://fabriciosgomes.livejournal.com/

Responder a