pra quem nao eh de porto alegre, ¨bem capaz¨
eh o mesmo que o paulistano ¨nem fodendo¨

;)

efe

On 8/13/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> bem capaz pagar, FF. aliás, nem dá, hehehe. rola um papo, à boca pequena,
> que ele vai dar um papo de grátis na unisinos... sei que pedido de desculpas
> hábito de educação cristã, mas leio aqui que o cra é picareta, que o cara
> isso... não gosto de desmerecer o argumento desconstituindo a pessoa...até
> porque de Hermanos Vianas a gente anda rodeado...
>
> besos
> lele
>
>
> Em 13/08/07, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > pois eh, o levy me ajudou a entender melhor
> > essa conceituacao de virtual/atual, potencial/real.
> > depois disso, nao achei mais muita coisa
> > interessante nele. e por isso que eu acho
> > mais interessante ler o que ele escreveu
> > do que pagar essa grana pra uma palestra.
> >
> > efe
> >
> > On 8/13/07, eiabel lelex < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > > ei, apenas prá esclarecer que a resposta em msg do mbraz é na intenção
> que a
> > > conversa continue, pois o que vem se elaborando na caixola, o fio da
> meada,
> > > tem haver com o debate iniciado pelo Yago, Çtalker, FF, enfim, todas
> pessoas
> > > que estão interessadas e com u m sentimento de impaciência frente ao
> > > "natural" com que a imprensa, o senso comum mascaram continuamente uma
> > > realidade, tratando-a por atualidade...daí que o PL disse algo que eu
> > > simpatizo: o virtual não é o oposto ao real, mas sim a o atual.
> > >
> > > besos
> > >
> > > lele
> > >
> > >
> > >
> > > Em 13/08/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED] > escreveu:
> > > >
> > > > Tá, eu sou meio estúpida, tipo Maria Conceição Tavares. Mas se a
> > > portuguesa pode, porque eu não posso?
> > > >
> > > > ...me incomoda colocar tudo no plano do "eu sou, tu és, eles são",
> > > desmerecer o argumento da pessoa desconstituindo a sua imagem. Não se
> trata
> > > de quem cada um é. Se trata do que estão fazendo. O real existe e muito
> > > contundente. A mídia não substitue o real embora o emporcalhe de
> > > acontecimentos bizarros e barrocos... tem uma cultura do "simples" que
> vai
> > > na onda e não pensa nada, se alimentam e sempre alimentaram a inveja
> como
> > > sentimento positivo. A inveja não faz revolução nenhuma. Só quem tem prá
> dar
> > > faz revolução
> > > >
> > > > Tá certo. Não concordamos. Discordamos tanto que até chego a pensar
> que
> > > somos uma lista de discussão(as únicas) em que pessoas estão realmente
> > > conversando.
> > > >
> > > > Mas tem uma divergência que já aparece clara: este negócio de mundo
> > > binário eu acho uma verdadeira piada. Pra mim, só serve pro Bill Gates e
> sua
> > > turma deitar e rolar. Não que eu use o computador... se ele é só uma
> réles
> > > maquineta. Mas pensar, prá mim, de forma binária é querer obedecer
> ordens,
> > > pra dizer o menos.
> > > >
> > > > O mundo moderno, o atual, construiu novas categorias, de tempo, espaço
> e
> > > movimento, através da ciência moderna. A reflexão teórica da saída da
> > > modernidade, na física, na química e na biologia, está saindo dessa rede
> de
> > > percepções modernas sobre essas grandes categorias daquilo que é (acho
> que
> > > se diz o ontológico). Está saindo para o bem e para o mal, diga-se de
> > > passagem; a bomba atômica e a guerra química e biológica, bem como a
> guerra
> > > semiológica são frutos dessa saída dos referenciais construídos pelo
> > > positivismo e, também, pelo materialismo histórico.
> > > >
> > > > A saída acontece por um processo que já foi caracterizado com
> > > "contra-intuição", isto é, aquilo que a modernidade se acostumou a
> chamar de
> > > "intuitivo" significava "natural", "espontâneo" e "imediato". Foi uma
> grande
> > > mentira, e é uma mentira poderosa e fundadora do capitalismo. A intuição
> é
> > > produzida por crenças e já desde o velho Freud estuda-se isso. No
> entanto,
> > > desejo que surja um novo anarquismo mergulhado num olhar investigador
> que
> > > quer ver a relação entre os indivíduos, os grupos e os estados.
> Sobretudo o
> > > Estado de Direito, que entenda a importância do papel do Estado como
> espaço
> > > de disputa e de possível proteção parcial dos subalternos. É no campo da
> > > contra-intuição que pode-se descobrir um novo olhar... uma inteligência
> > > coletiva?
> > > >
> > > >
> > > > Em 12/08/07, mbraz <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > >
> > > > > entonces, eu me lembro de ter lido alguns livros do Levy, ter ido em
> > > > > conferencias e tals. na ultima que estive, ele expos essa tal de
> > > > > lingua ou linguagem que ele diz ter criado (!?). acreditem, e'
> piracao
> > > > > total! o cara surtou, e foi quando meus temores quanto ao seu
> otimismo
> > > > > visionario se confirmaram.
> > > > >
> > > > > mas tambem nao podemos negar que nao foi so' eu que cai' nesse
> > > > > engodo... muita gente foi nesse embalo, ate' porque naquele momento
> > > > > havia mais perguntas do que criticas e avaliacoes profundas sobre
> > > > > alguns temas.
> > > > >
> > > > > o que nao confio mais sao as premissas de onde ele parte, tais como:
> > > > >
> > > > > - pensar o mundo a partir da internet e nao o inverso
> > > > > - nao pensar nos processos globalizantes e sua complexidade, como
> fez
> > > > > com competencia Milton Santos, lentamente, mas profundamente. Sendo
> > > > > rigoroso com suas fontes de pesquisa e seu proprio pensar, tendo uma
> > > > > visao mais ampla sobre a mundializacao em curso. Ou como ele gostava
> > > > > de escrever, do globalitarismo
> > > > > - acreditar piamente, como salientou sstalker, em processos e tempos
> > > lineares
> > > > > - nao se perguntar se ha', realmente, inteligencias individuais
> > > > > - crer em chupa-cabras
> > > > >
> > > > > Leiamos Milton Santos:
> > > > > ...
> > > > > '' Durante seculos, acreditaramos que os homens mais velozes
> detinham
> > > > > a inteligencia do Mundo. A literatura que glorifica a potencia
> incluiu
> > > > > a velocidade como essa forca magica que permitiu aa Europa civilizar
> > > > > primeiro e empurrar, depois, a "sua" civilizacao para o resto do
> > > > > mundo. Agora, estamos descobrindo que, nas cidades, o tempo que
> > > > > comanda, ou vai comandar, e' o tempo dos homens lentos.  Na grande
> > > > > cidade, hoje, o que se da' e' tudo ao contrario. A forca e' dos
> > > > > "lentos" e nao dos que detem a velocidade elogiada por um Virilio em
> > > > > delirio, na esteira de um Valery sonhador. Quem, na cidade, tem
> > > > > mobilidade - e pode percorre-la e esquadrinha'-la - acaba por ver
> > > > > pouco, da cidade e do mundo. Sua comunhao com as imagens,
> > > > > frequentemente prefabricadas, e' a sua perdicao. Seu conforto, que
> nao
> > > > > desejam perder, vem, exatamente, do convivio com essas imagens. Os
> > > > > homens  "lentos", para quem tais imagens sao miragens, nao podem,
> por
> > > > > muito tempo, estar em fase com esse imaginario perverso e ir
> > > > > descobrindo as fabulacoes.
> > > > >
> > > > > E' assim que eles escapam ao totalitarismo da racionalidade,
> aventura
> > > > > vedada aos ricos e aas classes medias. Desse modo, acusados por uma
> > > > > literatura sociologica repetitiva, de orientacao ao presente e de
> > > > > incapacidade instrospectiva, sao os pobres que, na cidade, mais
> > > > > fixamente olham para o futuro.
> > > > >
> > > > > Na cidade "luminosa", moderna, hoje, a "naturalidade" do objeto
> > > > > tecnico cria uma mecanica rotineira, um sistema de gestos sem
> > > > > surpresa. Essa historicizacao da metafisica crava no organismo
> urbano
> > > > > areas constituidas ao sabor da modernidade e que se justapoem,
> > > > > superpoem e contrapoem ao uso da cidade onde vivem os pobres, nas
> > > > > zonas urbanas 'opacas'. Estes sao os espacos aproximativos e da
> > > > > criatividade, opostos aas zonas luminosas, espacos da exatidao. Os
> > > > > espacos inorganicos e' que sao abertos, e os espacos regulares sao
> > > > > fechados, racionalizados e racionalizadores.
> > > > >
> > > > > Por serem "diferentes", os pobres abrem um debate novo, inedito, aas
> > > > > vezes silencioso, aas vezes ruidoso, com as populacoes e as coisas
> ja'
> > > > > presentes. E' assim que eles reavaliam a tecnoesfera e a
> psicoesfera,
> > > > > encontrando novos usos e finalidades para objetos e tecnicas e
> tambem
> > > > > novas articulacoes praticas e novas normas, na vida social e
> afetiva.
> > > > > Diante das redes tecnicas e informacionais, pobres e imigrantes sao
> > > > > passivos, como todas as demais pessoas. E' na esfera comunicacional
> > > > > que eles, diferentemente das classes ditas superiores, sao
> fortemente
> > > > > ativos. ''
> > > > > ...
> > > > >
> > > > > ------------------------------------
> > > > >
> > > > > GAMBIARRA NA VEIA !!!!!!
> > > > >
> > > > > abczos
> > > > > mbraz
> > > > >
> > > > >
> > > > > --
> > > > > ൬βռăʒ
> > > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > --
> > > > Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se,
> desdobrar-se
> > > no universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e
> > > (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e
> > > desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e
> > > contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo
> instante,
> > > toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e
> deperecimento,
> > > criação e destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no
> mesmo
> > > espírito e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular
> > > apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal." -goethe -
> > > >
> > > > "Se você não concordar,
> > > > não posso me desculpar..."
> > >
> > >
> > >
> > > --
> > > Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se,
> desdobrar-se
> > > no universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e
> > > (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e
> > > desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e
> > > contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo
> instante,
> > > toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e
> deperecimento,
> > > criação e destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no
> mesmo
> > > espírito e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular
> > > apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal." -goethe -
> > >
> > > "Se você não concordar,
> > > não posso me desculpar..."
> > > _______________________________________________
> > > Lista de discussão da MetaReciclagem
> > > Envie mensagens para [email protected]
> > > http://lista.metareciclagem.org
> > >
> >
> >
> > --
> > FelipeFonseca
> >
> > http://efeefe.no-ip.org ++ blogue novo
> > http://pub.descentro.org )( DesCentro
> > http://culturadigital.org.br >> Cultura Digital
> > http://bricolabs.net - BricoLabs, né?
> > http://pub.metareciclagem.org - proBlogger
> >
>
>
>
> --
>
> Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se, desdobrar-se
> no universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e
> (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e
> desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e
> contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo instante,
> toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e deperecimento,
> criação e destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no mesmo
> espírito e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular
> apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal." -goethe -
>
> "Se você não concordar,
> não posso me desculpar..."


-- 
FelipeFonseca

http://efeefe.no-ip.org ++ blogue novo
http://pub.descentro.org )( DesCentro
http://culturadigital.org.br >> Cultura Digital
http://bricolabs.net - BricoLabs, né?
http://pub.metareciclagem.org - proBlogger
_______________________________________________
Lista de discussão da MetaReciclagem
Envie mensagens para [email protected]
http://lista.metareciclagem.org

Responder a