E aqui chegamos ao ponto crucial: estamos face a face com a parede, a
trágica barreira que separa a "intelligentsia" progressista
das "gentes comuns". A parede já se acha, e quanto mais tentamos afasta-la
por meio de explicações, mais batemos com a cabeça de encontro a ela. Não
adianta saltar o muro; nossa tarefa é derruba-lo.

Toda esta conversa sobre os intelectualmente superiores e os outros é uma
cortina de fumaça. Os fatos brutais são que os pais dos críticos puderam
pagar durante dezesseis anos em média para que eles pudessem ler, aprender
ociosamente, e afundar-se naquele alimento espiritual que a gente tanto
deseja. A gente comum pode freqüentar a escola durante mais ou menos nove
anos – foi uma escola diferente e havia menos lazeres. Eis a barreira que se
ergue entre a gente comum e ele. Quando estamos um pouco tocados ou
sentimentais, ou confraternizamos em uma simples reunião, a barreira parece
desaparecer, porém quando voltamos cada qual à própria rotina, lá está ela
novamente. Não adianta o fato de eu me sentir culpado em relação a gente
comum, nem a gente comum em relação à minha pessoa. Compartilho sentimento
de frustração; desprezo a classe que é a causa disso; mas não espere que eu
me reúna àqueles que brinca, de atacar os intelectuais. Destrua o
intelectual e ficaremos da mesma forma marcando passo (um passo de ganso)
diante de outro intelectual. E' uma diversão fascista; nós devemos atacar a
barreira. Enquanto ela estiver de pé, a democracia será em engodo


Em 15/08/07, yago quiñones <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> é obvio que o amigão Levy já era um cara bem adiantado quando eu nasci (do
> outro lado, não sei porque teria que me interessar mais no que fizeram as
> pessoas antes de eu nascer...e os outros que viram depois? mas tudo bem) e
> para critica-lo temos que conhece-lo, assim como todos os outros nomes que
> rolaram nesses dias nas discussões da lista. por causa da minha pesquisa ja
> tive que aturar varios desses autores (e os que não... obrigado, porque
> anotei os nomes e vou procurar) e posso dizer, graças a varias experiencias
> desagradaveis na assim chamada "academia", que as pessoas que se arrocam
> numa fé, defendendo um autor e atacando o outro até a morte... não vão
> chegar muito longe, pois os caras que tanto criticam, ou amam, nunca fizeram
> isso, se não não teriam conseguido enxergar o que enxergaram. até o mais
> radical opositor leu o seu nemesis intelectual e dele alguma coisa aprendeu
> (no minimo o que não se debe fazer), assim que, embora eu tenha os meus
> desagrados com as ideias do Levy, isso não implica que o cara não tenha
> alguma coisa para dizer, e se vamos critica-lo, com argumentos, mas
> reconhecendo que alguma coisa falou.
>
> agora: outra questão, eu partecipei ja de varias conferencias onde ou
> alguem pagava, ou o preço era accesivel, agora um cara que fala o que ele
> fala vir ate cá para falar a elite da elite dos ineteletuais sobre
> inteligencia coletiva, construção coletiva do conhecimento e bla bla.....
> não sei, não sei....
> se eu fosse tão reconhecido pelo menos, pelos menos, pediria que houvesse
> ajudas ou no minimo desconto para estudantes, bolsistas, sei la, para
> pessoas que queiram entrar no seu mundo tão aberto na teoria, e que
> simplesmente por dinhero se fecha para outros......
>
> por isso, a recomendação do dia "Armand Mattelart", sem falar nunca
> diretamente o nome do Levy, o cara explica con numeros a exclusão digital e
> porque os sonhos do visionario da cibercultura ficarão confinadas nos cantos
> ricos do mundo....
>
>
> *eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>* escreveu:
>
>  sinceramente, o fato de eu ter postado a entrevista tem nada haver com
> convite à conferência... e, lembrando o que FF disse sobre o que el escreveu
> ser do seculo passado... realmente, ele escreveu sobre inteligência coletiva
> nesse tempo, não só escreveu, como leu, aprendeu, refletiu, elaborou, ou
> seja, o cara é um VISINÁRIO, ele já pensava, elaborava, refletia sobre essa
> tal da inteligencia coletiva mesmo antes de Yago nascer... não somos
> obrigados a concordar com ele, mas há de se reconhecer mérito... então, meus
> querídolos, leiam, se apropriem mesmo do conhecimento, elaborem, discutam,
> refletam... daí talvez gritar na porta de uma conferencia fechada possa
> surtir algum efeito e a porta poderá se abrir, afinal, os gritos vem de
> alguém que tem conteudo pra argumentar e defender outro ponto de vista que
> não o que está sendo apresentado.
>
> abs
>
> lele
>
>
> Em 12/08/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> >
> > me desculpem, mas como gostam de confundir os fundilhos, hem?
> > na boa, o evento é privado, é da copesul petroq
> >
> >
> > Em 12/08/07, yago quiñones <[EMAIL PROTECTED] > escreveu:
> > >
> > > não sei, não gente, eu moro ca em porto alegre e vou ir la na
> > > conferencia do cara e vou tentar entrar, assim mesmo, porque eu não tenho 
> > > os
> > > 400 reais que custa para entrar. então eu vou com uma edição de
> > > "Cibercultura" pego na biblioteca embaixo do braço e se não consigo entrar
> > > começo a gritar: cade a tal de inteligencia coletiva que tu tanto fala?
> > > Como que vamos construir a tal de inteligencia coletiva compartilhando
> > > o conhecimento e tal se tenho que pagar 400 contos para te ver?
> > >
> > > *Rafael Evangelista < [EMAIL PROTECTED]>* escreveu:
> > >
> > > xiii, esse negócio de soft livre é coisa do séc. passado. morreu e
> > > agora
> > > é só um zumbi comendo cérebro :)
> > >
> > > eiabel lelex escreveu:
> > > > é... tem gosto prá tudo... já dizia a velha que comia ranho... eu,
> > > por
> > > > exemplo, não gosto dum monte de coisa que escrevem nesse seculo
> > > > atual...chegando a preferir mais os registros escritos em seculos do
> > >
> > > > passado, até prá continuar aceitando o que escrevem como
> > > > sendo novidade... e acho que ainda não entendi bem o software
> > > livre...
> > > > sua filosofia até mesmo sua evangelição são compreensíveis,
> > > sedutoras,
> > > > mas na prática, parece apenas uma escolha de software, somente.
> > > >
> > > > besos
> > > > lelex
> > > >
> > > >
> > > > Em 12/08/07, *Felipe Fonseca*
> > > > > escreveu:
> > > >
> > > > Que nao concorde Zigmunt com Bauman foi legal,
> > > > mas acho que sem querer.
> > > >
> > > > Esse tio aí é do século passado, né?
> > > >
> > > > Nem entendeu o software livre, ainda. Pena,
> > > > eu gostei de umas coisas que ele escreveu.
> > > > No milênio passado.
> > > >
> > > > efe
> > > >
> > > > On 8/12/07, *eiabel lelex* < [EMAIL PROTECTED]
> > > > > wrote:
> > > >
> > > > **O profeta da cibercultura**
> > > > Entrevista: Pierre Lévy, sociólogo
> > > > GABRIEL BRUST
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Mais de uma década depois da publicação de O que É o Virtual?
> > > > (1996), um de seus livros mais famosos, o sociólogo Pierre
> > > > Lévy ainda surfa na ondas de sua produção sobre cibercultura.
> > > > Isso porque, para ele, nada mudou tanto assim desde então. O
> > > > que vivemos hoje seria apenas a apropriação social das
> > > > ferramentas que já existiam, nas quais Lévy - próximo
> > > > conferencista do ciclo Fronteiras do Pensamento, promovido
> > > > pela Copesul Cultural - foi um dos primeiros a identificar um
> > > > gigantesco potencial, em uma época em que poucos sabiam dizer
> > > > para que servia a Internet. A ousadia que marcou seus
> > > > primeiros livros, no entanto, permanece. Diante do imenso
> > > > barulho causado pelo que se está chamando de "a nova fase da
> > > > Internet", a Web 2.0 - mais colaborativa, diferente dos anos
> > > > iniciais, de mera contemplação - , Lévy é taxativo:
> > > >
> > > > - Não há nenhuma diferença entre a web 1 e a web 2.0, exceto
> > > > que agora há mais gente que pode participar da web.
> > > >
> > > > Tendo como gênese os conceitos do canadense Marshall McLuhan,
> > > > que cunhou expressões como "aldeia global" nos longínquos anos
> > > > 60, Lévy se tornou um dos pensadores mais representativos da
> > > > revolução digital no mundo contemporâneo. Nascido na Tunísia,
> > > > formou-se em Sociologia e Ciência da Informação e da
> > > > Comunicação na Sorbonne, em Paris, e atualmente é professor
> > > > titular do Departamento de Comunicações na Universidade de
> > > > Ottawa, no Canadá.
> > > >
> > > > Considerado um otimista diante das transformações trazidas
> > > > pelas redes, o sociólogo parte da visão do computador como um
> > > > hiperdocumento vivo em expansão permanente. A Internet seria
> > > > uma rede análoga às conexões entre os neurônios humanos. Lévy
> > > > crê na rede não apenas como uma ferramenta para se aprofundar
> > > > a democracia e se ampliar o conhecimento coletivo, mas como
> > > > fundadora de uma verdadeira civilização que está apenas
> > > > começando.
> > > >
> > > > Criador de conceitos como tecnodemocracia e cosmopédia, o
> > > > sociólogo ainda luta para garantir que estas definições sobre
> > > > cibercultura, das quais é um dos fundadores, sejam
> > > > respeitadas. Para Lévy, o virtual, por exemplo, não se opõe ao
> > > > real - como é freqüentemente citado - , mas sim ao atual.
> > > > Mesmo sabendo que seu interlocutor, ao fazer tal
> > > > contraposição, quer apenas diferenciar o que se passa na rede
> > > > do que se passa fora dela, o sociólogo faz questão de frisar o
> > > > conceito formal que deu ao virtual em seu livro de 1996.
> > > >
> > > > Em conversa por telefone, direto do Canadá, Lévy falou sobre a
> > > > palestra que fará na próxima terça-feira em Porto Alegre e
> > > > sobre o momento atual da cibercultura - sem deixar de lembrar
> > > > que todo tipo de vida é real. Na rede ou fora dela.
> > > >
> > > > *Cultura - Em seu livro O Que É o Virtual?, publicado no
> > > > Brasil em 1996, o senhor diz que o ciberespaço pode apenas
> > > > reproduzir o espetáculo e a mídia em grande escala, ou pode
> > > > criar uma civilização centrada na inteligência coletiva. Qual
> > > > dos dois está ganhando a corrida hoje?
> > > >
> > > > Pierre Lévy -* (risos) Não há vencedores no momento. A
> > > > inteligência coletiva está crescendo, como podemos ver na
> > > > Wikipedia e em outros sites. A memória coletiva está sendo
> > > > usada largamente. Mas os dois estão correndo juntos.
> > > >
> > > > *Cultura - A Internet tem mostrado capacidade de enfrentar
> > > > regimes totalitários e ajudar a consolidar a democracia, como
> > > > o senhor previa?
> > > >
> > > > Lévy -* Em geral, quanto ao aumento das possibilidades de
> > > > comunicação servindo contra a estabilidade de regimes
> > > > totalitários, o processo está relativamente lento. Temos que
> > > > esperar, isso não vai acontecer logo. Mas quanto mais você tem
> > > > possibilidades de criar associações e de ter contato com
> > > > outras culturas, isso cria uma sociedade menos fechada e, a
> > > > longo prazo, é bom para a democracia.
> > > >
> > > > *Cultura - Podemos dizer que a definição de Zigmunt Bauman
> > > > sobre valores líquidos da sociedade atual (aqueles que se
> > > > modificam rapidamente e cujos laços são frágeis) foram
> > > > causados pela relação com o virtual?
> > > >
> > > > Lévy -* Como assim, líquidos?
> > > >
> > > > *Cultura - É uma teoria desse filósofo polonês radicado na
> > > > Inglaterra, autor de Modernidade Líquida e Amor Líquido. O
> > > > senhor acha que a instabilidade das relações tem a ver com o
> > > > virtual?
> > > >
> > > > Lévy -* Bem, primeiro teríamos que concordar com essa coisa da
> > > > liquidez dos valores, mas não sei se entendi direito (risos).
> > > >
> > > > *Cultura - Mesmo que não concorde Zigmunt com Bauman, o senhor
> > > > acha que o virtual está modificando os relacionamentos entre
> > > > as pessoas?
> > > >
> > > > Lévy -* Não acho que tenha a ver. Podemos falar em um tipo de
> > > > aceleração de processos, todos os tipo de de processos,
> > > > incluindo o conhecimento, a economia e a política. As coisas
> > > > são rápidas, e isso não é causado pela Internet, ela é apenas
> > > > um dos vários fatores que contribuem para acelerar todos os
> > > > processos culturais e sociais. Mas é claro que a globalização
> > > > em geral traz grandes facilidades a vida urbana.
> > > >
> > > > *Cultura - Vemos hoje ascender à adolescência a primeira
> > > > geração que nasceu usando a Internet. É possível identificar
> > > > características específicas dessa geração?
> > > >
> > > > Lévy -* A minha resposta não vai ser interessante porque a
> > > > minha resposta é: sim, eles são diferentes, porque eles estão
> > > > muito acostumados à Internet. Eles estão procurando por
> > > > informações de maneira fácil, estão se entretendo nas redes. É
> > > > fácil para eles usar computadores e videogames, mas não é uma
> > > > completa mudança, não é uma questão de geração. O mais
> > > > importante é que nós estamos construindo uma nova civilização.
> > > > E seria um grande erro pedir aos jovens que guiem a nova
> > > > civilização (risos).
> > > >
> > > > *Cultura - O senhor diz que as redes modificam algumas de
> > > > nossas capacidades cognitivas. Como isso se aplica ao caso da
> > > > memória, que parece ser cada vez menos utilizada, uma vez que
> > > > tudo está em um grande banco de dados acessível a um clic?
> > > >
> > > > Lévy -* Acho que é exatamente o oposto disso (risos). A
> > > > memória não é algo que está em nosso cérebro. Memória é tudo
> > > > que podemos recordar. Então podemos recordar memórias do nosso
> > > > cérebro, mas também podemos recordar de livros, de bibliotecas
> > > > ou da web. Acho que uma das mais óbvias conseqüências do
> > > > advento do ciberespaço é a documentação da memória.
> > > >
> > > > *Cultura - O senhor acha que o crescimento na quantidade de
> > > > pessoas patologicamente viciadas em Internet se deve a um
> > > > encantamento maior com a vida virtual do que com a real?
> > > >
> > > > Lévy -* Todo tipo de vida é real, não existe virtual ou real.
> > > > Só há vida humana, não há diferença. Pessoas podem ser
> > > > viciadas em qualquer coisa, em televisão, em sexo, em jogos,
> > > > em álcool... Vício não tem nada a ver com o objeto.
> > > >
> > > > *Cultura - Por que a exposição da vida privada se tornou um
> > > > valor nos tempos contemporâneos?
> > > >
> > > > Lévy -* Acho que estão crescendo a tendência à transparência.
> > > > Há cada vez mais informação disponível online e parte dela é
> > > > uma informação que antes era privada. Isso é uma tendência
> > > > importante e vai continuar.
> > > >
> > > > *Cultura - O software Second Life foi considerado fenômeno,
> > > > mas agora parece perder fôlego. Seus criadores acertaram ao
> > > > tentar reproduzir a vida real na Internet?
> > > >
> > > > Lévy -* Não sei. Depende do crescimento e do que as pessoas
> > > > querem fazer. Às vezes, é bom reproduzir, às vezes é bom criar
> > > > algo completamente diferente. Como posso dizer que é um erro
> > > > fazer alguma coisa ou outra? (risos). O princípio da realidade
> > > > virtual online vem de 20 anos, já existia. A única diferença
> > > > do Second Life é que mais pessoas têm acesso direto, assim
> > > > como não há nenhuma diferença entre a web 1 e a web 2 (segunda
> > > > geração da Internet, que reforça o conceito de troca de
> > > > informações e colaboração), exceto que agora há mais pessoas
> > > > que podem participar da web. Há em geral um movimento de
> > > > apropriação por parte do público cada vez maior das mídias
> > > > online. Só o que há de novo no Second Life é que ele está se
> > > > tornando uma espécie de fenômeno social, mas do ponto técnico
> > > > não tem nada novo.
> > > >
> > > > *Cultura - O que é realmente novo hoje na Internet?
> > > >
> > > > Lévy -* Estamos esperando por algo novo (risos). O que há de
> > > > novo é a apropriação social da tecnologia da web e o
> > > > progressivo crescimento de um tipo de espaço público global,
> > > > mas acho que vai ser, no futuro, do ponto de vista conceitual
> > > > e técnico, algo que não conhecemos hoje. No momento, estamos
> > > > vivendo a fase da apropriação social. Vão existir novos
> > > > adventos no futuro, provavelmente algum tipo de inteligência
> > > > artificial distribuída.
> > > >
> > > > *Cultura - No que o senhor está trabalhando atualmente?
> > > >
> > > > Lévy -* Em Porto Alegre vou falar sobre minha atual pesquisa,
> > > > que é sobre uma nova língua que inventei. Se chama IEML
> > > > (Metalinguagem da Economia da Informação), pode ser acessada
> > > > em todo tipo de idioma, em Francês, em Inglês ou Português, e
> > > > pode ser entendida pelo computador. Uma linguagem que pode ser
> > > > manipulada pelo computador. Não vai ser utilizada pelo público
> > > > em geral, será uma linguagem underground, para ser manipulada
> > > > por especialistas, pois é complexa, mas vai multiplicar o
> > > > poder dos sistemas de busca e a habilidade de explorar
> > > > informação na Internet. A linguagem hoje ainda é um problema
> > > > na Internet. Temos interconexão técnica, mas não semântica.
> > > > Então o objetivo da pesquisa é preencher essa lacuna semântica.
> > > >
> > > > *Cultura - Há algo no seu trabalho sobre cibercultura que não
> > > > está se confirmando ou que o senhor repensaria hoje?
> > > >
> > > > Lévy -* Meu livro A Inteligência Coletiva foi publicado em
> > > > 1994 na França, e naquele tempo as pessoas nem sabiam que a
> > > > web existia. Muita gente me acusou de ser um completo utópico
> > > > e irrealista, mas hoje podemos ver que estamos num real e
> > > > forte movimento de inteligência coletiva. A Wikipedia, em
> > > > particular, mostra isso. Há também o uso de comunicação P2P,
> > > > software de código aberto, e também redes sociais online.
> > > > Então, há tendências, há inteligência coletiva, mas estamos
> > > > apenas no começo.
> > > >
> > > > ( [EMAIL PROTECTED]
> > > > )
> > > >
> > > >
> > > > --
> > > > Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se,
> > > > desdobrar-se no universal, persistir no particular,
> > > > transformar-se, especificar-se e (como a vida gosta de
> > > > manifestar-se em mil condições) aparecer e desaparecer,
> > > > solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e
> > > > contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no
> > > > mesmo instante, toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo
> > > > tempo; formação e deperecimento, criação e destruição,
> > > > nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no mesmo espírito
> > > > e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular
> > > > apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal."
> > > > -goethe -
> > > >
> > > > "Se você não concordar,
> > > > não posso me desculpar..."
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> > > > Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se,
> > > > desdobrar-se no universal, persistir no particular, transformar-se,
> > > > especificar-se e (como a vida gosta de manifestar-se em mil
> > > condições)
> > > > aparecer e desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e
> > > correr,
> > > > dilatar-se e contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se
> > > juntos
> > > > no mesmo instante, toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo
> > > tempo;
> > > > formação e deperecimento, criação e destruição, nascimento e morte,
> > > > prazer e pena, tudo age no mesmo espírito e na mesma medida: assim o
> > >
> > > > que acontece de mais particular apresenta-se sempre como imagem e o
> > > > símbolo do universal." -goethe -
> > > >
> > > > "Se você não concordar,
> > > > não posso me desculpar..."
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> > desdobrar-se no universal, persistir no particular, transformar-se,
> > especificar-se e (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições)
> > aparecer e desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr,
> > dilatar-se e contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no
> > mesmo instante, toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; formação
> > e deperecimento, criação e destruição, nascimento e morte, prazer e pena,
> > tudo age no mesmo espírito e na mesma medida: assim o que acontece de mais
> > particular apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal."
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> no universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e
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- os maiores inimigos da liberdade não são os que a oprimem, mas os que a
deturpam -

- ler sem refletir é comer sem digerir -

"Se você não concordar,
não posso me desculpar..."
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