Ola Luis e tod@s,

tenho insistido muito nisso e estou de acordo com vc...

penso que temos que ter:

1. políticas públicas em termos de C&T, P&D e Industrial para o
fortalecimento da pesquisa e da produção de hardwares livres (é a falta
deles que está travando muitas coisas) (Disse isso para o MCTI (Virgilio)
aqui no Forum da Internet semana passada)

2. uma política de formação, que envolveria essencialmente os IFs
(Institutos Federais) na formação de mão de obra qualificada de
desenvolvedores, especialistas em suporte, técnicos em hardware e
gambiologia (http://www.gambiologia.net/ e http://www.facta.art.br/) para
se formar uma rede no pais em torno do uso do software livre para todos as
linguagens, texto, áudio, vídeo, animação, simulação etc...

Prá isso, precisaríamos de políticas públicas não esquizofrênicas...ou
seja, cada ministério (ou secretaria) cuida de sua parte e nem deus fala
com todos...

enfim, mais para ajudar a pensar alto e contribuir com o debate...




​
abracos

*Nelson Pretto*

*ESTOU COM ESSE NOVO EMAIL ** [email protected] <[email protected]>*
mas pode continuar usando o [email protected]
​
Editor da *Revista entreideias: educação, cultura e sociedade*
www.revistaentreideias.ufba.br
=================================================
Fone UFBA: +55 71 32837205    Fone Celular: +55 71 8779 1906 (Tim)
www.pretto.info     identi.ca e twitter: @nelsonpretto      skype: nlpretto
=================================================

Em 23 de julho de 2015 12:10, Luis Listas <[email protected]> escreveu:

> Em ter 21 jul 2015, às 16:22:37, Andre escreveu:
> >
> > Olá,
> > O agressivo cenário atual:
> >
> >
> http://baguete.com.br/noticias/13/07/2015/software-livre-pode-avancar-mais
>
> É. Eu considero o cenário atual não muito melhor que o de 2002. Em muitos
> casos é até pior, pois software livre nem tem o poder de "novidade" que
> tinha
> lá atrás.
>
> Eu já vi vários artigos sobre isso por aí, mas vale a pergunta: onde foi
> que
> erramos? Por que o estado está cada vez mais longe de se libertar? Por que,
> mesmo depois de revelações de espionagem, os poderes judiciário e
> legislativo
> continuam a "investir" pesadamente em programas proprietários? Por que,
> mesmo
> entre pessoas educadas (dentro de TI), o software proprietário ainda tem a
> preferência que beira o cinismo?
>
> Infelizmente, só consigo observar duas razões: 1) a inércia confortável de
> sempre ("ninguém nunca foi demitido por comprar produtos da empresa X") e
> o 2)
> "lobby".
>
> Talvez aumentar a transparência possa reduzir um pouco o "lobby". Mas como
> lidar com a inércia e o conforto?
>
> Estive pensando e acho que o ideal seria focar o movimento do software
> livre
> nas bases da sociedade e não no topo da pirâmide. E se houvesse projetos
> básicos (escolas periferias, cursos técnicos-profissionalizantes) como
> prioridade? A ideia é que o cidadão veria no software livre uma maneira de
> se
> tornar autossuficiente. Por exemplo, poderia prestar serviços de
> instalação,
> configuração, customização, educação, etc. Caso uma grande parcela de
> cidadãos
> começassem a se engajar por motivos práticos, talvez fosse mais difícil
> para
> as "vítimas" do "lobby" e e vítimas da inércia justificarem seus atos.
>
> Uma grande parte da população que aderisse ao software livre também traria
> excelentes benefícios para a parte de hardware: os fabricantes teriam que
> liberar seus drivers e firmwares como software livre, caso contrário não
> conseguiriam atender a um grande mercado!
>
> [-o-]
> Luís Soeiro
>
> _______________________________________________
>
>
> Portal do CISL: www.softwarelivre.gov.br
> _______________________________________________
> Cisl-comunidade mailing list
> [email protected]
> http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/cisl-comunidade
>
_______________________________________________


Portal do CISL: www.softwarelivre.gov.br
_______________________________________________
Cisl-comunidade mailing list
[email protected]
http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/cisl-comunidade

Responder a