Acho uma boa forma de demonstrar o quanto a agricultura contribui e é um argumento forte.
Em 16/02/2015 10:21, =?ISO-8859-1?Q?La=E9rcio_Jacovine?= <[email protected]> escreveu: > > Caros, > Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento de ideias. > Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. Nesta linha > temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono em propriedades rurais > (pegada de carbono). A propriedade tem suas emissões por meio do consumo de > energia, fertilizantes, combustível, geração de resíduos sólidos, líquidos e > gasosos (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por outro lado, as > propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras, pomares, culturas > perenes, pastagens, etc.) que sequestram e estocam carbono. Por fim tem-se o > balanço, que tem-se verificado em alguns levantamentos de pesquisa, mais de > 50% são positivos. Assim, estes produtores estão contribuindo para a > minimização das mudanças climáticas. > > Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o consumo de > água dos produtores e qual é produção de água na propriedades? A maioria das > propriedades tem uma nascente e produz água, que pode ser considerada como > produzida. Também tem as suas represas, que armazenam a água excedente da > época chuvosa. > > Além disso, parte da água que poderia ser considerada como consumida, o > produtor a acumula nos seus produtos que vão para a mesa do consumidor. Um > produtor de melancia, por exemplo, consome água, mas está acumulando no > produto. Esta água entrará na conta do consumo recomendado de 2 litros de > água/dia. > Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria das > propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os consumidores da > cidade. Por isto, devem receber por esta prestação de serviço ambiental. > > O que acham disso? > > Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana <[email protected]> > escreveu: >> >> Bom dia Rodrigo >> >> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a >> verdade nunca me faltou. >> O GIFC esta ai pra isso. >> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a >> disposição. >> Podem contar comigo. >> >> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu: >> > >> > prezado. >> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão há >> > de se fazer manejo. >> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um >> > trabalho em prateleiras empoeiradas... >> > o que falta? coragem? >> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da >> > pesquisa, com ótimos resultados. >> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa abaixo >> > de sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a coragem? >> > cadê a ANA e SRHs? >> > abs >> > >> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" >> > <[email protected]> escreveu: >> >> >> >> Bom dia >> >> >> >> >> >> >> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente >> >> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ? >> >> >> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de >> >> orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o >> >> nosso papel. >> >> >> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas >> >> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle >> >> esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de >> >> água nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa >> >> direção, pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas >> >> industrias e essa mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas >> >> lavouras de cana. >> >> >> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver >> >> desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB >> >> nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos >> >> para a economia nacional. >> >> >> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois >> >> percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando >> >> vemos um professor pregando algo assim. >> >> >> >> >> >> >> >> Abraços >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> Marco Viana >> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. >> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas >> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060 >> >> Fone: 55 16 3237-4249 >> >> Celular: 55 16 981.752662 >> >> >> >> >> >> >> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de >> >> Rodrigo Vieira >> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 >> >> Para: undisclosed-recipients: >> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> ---------- Mensagem encaminhada ---------- >> >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]> >> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 >> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS >> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" >> >> <[email protected]>, "[email protected]" >> >> <[email protected]>, "[email protected]" >> >> <[email protected]> >> >> >> >> >> >> Para conhecimento. >> >> >> >> >> >> >> >> De: Gerlane Alves de Sousa >> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 >> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação >> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS >> >> >> >> >> >> >> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 >> >> >> >> >> >> >> >> Época >> >> >> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária” >> >> >> >> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html >> >> >> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio >> >> de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, afirma >> >> que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas >> >> lavouras, mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o >> >> professor, a medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da >> >> atividade agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do >> >> Espírito Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 >> >> milhões, o equivalente a 15% de sua receita anual. Para compensá-los de >> >> uma eventual redução na colheita, o governo pagaria uma indenização, como >> >> incentivo a economia de água. Canedo diz que o custo para os cofres >> >> públicos seia menor do que os gastos para compensar a crise hídrica. >> >> >> >> >> Reportagens sobre a crise da água >> >> >> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que >> >> consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo? >> >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água >> >> e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido >> >> comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água >> >> são gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo >> >> pela população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a >> >> agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está >> >> errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de >> >> Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é >> >> pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja >> >> sempre presente, para estimular o uso correto da irrigação. >> >> >> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores? >> >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio >> >> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método >> >> mais eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se >> >> trata simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem >> >> mais utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos >> >> empreendedores rurais, o que não seria justo. >> >> >> >> ÉPOCA – Qual a solução possível? >> >> Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do >> >> tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se >> >> nós fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se >> >> tem para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano. >> >> >> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na >> >> economia dos municípios? >> >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão sempre >> >> maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas coisas >> >> ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais, >> >> estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A >> >> água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o >> >> pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito provável uma >> >> estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma >> >> família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será >> >> financeiramente difícil e avisa à família que poupará dinheiro. Aquela >> >> coisa de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não pode mais, agora é >> >> só uma vez por mês. Se a economia de água começar com antecedência, >> >> ninguém sofrerá muito. >> >> >> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é >> >> responsável pela crise? >> >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca urbana >> >> é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a utilização da >> >> água para consumo. >> >> >> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? >> >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos >> >> água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla >> >> o orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil >> >> é um país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os >> >> recursos hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos >> >> todos. A culpa é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa >> >> situação tão grave, se tivéssemos um comportamento minimamente organizado. >> >> >> >> >> >> >> >> G1 >> >> >> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês >> >> >> >> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html >> >> >> >> >> >> >> >> Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a produção >> >> de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema faz com >> >> que 15 milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos >> >> mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil. >> >> >> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é >> >> ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, >> >> eles vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a >> >> crise hídrica. >> >> >> >> >> >> >> >> Diário do Grande ABC >> >> >> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região >> >> >> >> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo >> >> >> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta >> >> semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, >> >> tomou um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em >> >> torno de 10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi >> >> provocado pela falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez com >> >> que agricultores tivessem de despender mais recursos com a irrigação, >> >> custo que foi repassado ao consumidor. >> >> >> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta >> >> básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento >> >> Integrado de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada >> >> com os sete dias anteriores, saindo por R$ 472,97. >> >> >> >> Em Destaque >> >> >> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara sempre >> >> Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na >> >> regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza >> >> >> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que >> >> voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – >> >> alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor >> >> foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em >> >> média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a >> >> R$ 2,74. >> >> >> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma >> >> que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. A >> >> alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). >> >> >> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os >> >> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção >> >> do setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e >> >> percebemos que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi >> >> a mesma em todos os lugares.” >> >> >> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente >> >> Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à >> >> estiagem e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que >> >> realizar por conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os >> >> alimentos pesou muito, e os clientes não param de reclamar”, diz. >> >> >> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou >> >> indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, >> >> gera preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei >> >> onde isso vai parar.” >> >> >> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando >> >> percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para >> >> aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de >> >> ideia.” >> >> >> >> ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes >> >> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. >> >> “Grãos e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos >> >> congelados como ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a >> >> culinarista Ana Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto >> >> com a alta nos preços. >> >> >> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também >> >> reduz os gastos com alimentação. >> >> >> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é >> >> aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como >> >> ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o >> >> preço na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, >> >> enquanto a do maracujá sai por R$ 4,99. >> >> >> >> >> >> Reuters Brasil >> >> >> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração >> >> federal >> >> >> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 >> >> >> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o >> >> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da >> >> administração pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando >> >> os temores de racionamento no país. >> >> >> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o >> >> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer >> >> informações referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através >> >> do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável. >> >> >> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem >> >> ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor de >> >> cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações. >> >> >> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e >> >> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, >> >> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e >> >> água pelos órgãos em até 60 dias. >> >> >> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas >> >> pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais >> >> estão o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e >> >> lâmpadas em ambientes desocupados. >> >> >> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a >> >> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e >> >> gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da >> >> água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações. >> >> >> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos >> >> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações >> >> para o abastecimento energético e hídrico do país. >> >> >> >> >> >> >> >> Montesclaros.com >> >> >> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas >> >> >> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 >> >> >> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no >> >> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água >> >> deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De >> >> acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de >> >> Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá >> >> reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo humano, >> >> 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% para >> >> irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação >> >> Normativa elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos >> >> pelo estado foram questionados pelos conselheiros. Após análise das >> >> reivindicações e possíveis alterações no texto, outra reunião do conselho >> >> será marcada, quando haverá a votação e as medidas poderão ser adotadas. >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> Gerlane Alves >> >> Assessoria de Comunicação Social >> >> >> >> Ministério da Integração Nacional >> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 >> >> >> >> Site: www.mi.gov.br >> >> Facebook: facebook.com/br.integracao >> >> >> >> Twitter: twitter.com/br_integracao >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> _______________________________________________ >> >> Irriga-l mailing list >> >> [email protected] >> >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >> >> >> _______________________________________________ >> Irriga-l mailing list >> [email protected] >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > > > > > -- > Laércio Jacovine > Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV > Área de Economia Ambiental _______________________________________________ Irriga-l mailing list [email protected] https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
