Boa tarde, Luís Caires Excelentes colocações, tanto suas quanto do Lineu. Sugiro que se acrescente às discussões a definição de temas estratégicos para pesquisa (soluções de médio e longo prazo). Em 2009, no Congresso Brasileiro de Agrometeorologia (Belo Horizonte, MG), o pesquisador Eduardo Assad chamou atenção para a necessidade urgente de pesquisas sobre a irrigação com déficit para todas as culturas agrícolas. Será que o CNPq nos ouvirá sobre isto? Espero que sim.
Abraço a todos e bom Carnaval. Fernando --- Fernando Campos Mendonça Depto. de Engenharia de Biossistemas - ESALQ/USP Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 09 13418-900 Piracicaba - SP http://www.leb.esalq.usp.br Skype: fcmendon ----- Mensagem original ----- > De: "Luis Caires" <[email protected]> > Para: [email protected] > Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 14:29:43 > Assunto: Re: [Irriga-l] [SPAM]Re: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > Boa tarde. > Realmente a idéia do Sr. Lineu é a melhor estratégia. > Algumas idéias para a controle d' agua vem sendo difundido na midia e > está diretamente ligada ao potencial produtivo das culturas. > O rascionamento dentro da agricultura, seria algo desastroso, se não > for direcionado corretamente, por isso, devemos trabalhar de maneira > idônea. > Acredito, que se desmonstrarmos aos irrigantes a utilização de > estações metereológicas que demonstre o real valor da > evapotranspiração diária, e trabalharmos a idéia do kc de cada > cultura, sem diminuir a perca de produtividade acertaríamos na > mosca. > Já que apenas, 5% ou menos de todos eles utilizam tal recurso, o > restante irriga a vontade, sem se preocupar com o gasto de energia, > tão pouco o gasto excessivo de água. > Espero que tenha ajudado. > Grande abraço, > Att.: > Luis Caires > Consultoria AgroMaster-BSB > Tel.: ( 61 ) 9913 1982 / 8434 4870 > De: [email protected] > Enviada: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 13:52 > Para: [email protected] > Assunto: [Irriga-l] [SPAM]Re: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > Prezados: > Na minha opinião, considero a estratégia de abordagem da questão > apresentada pelo Lineu a mais apropriada. > Inclusive não impede que posteriormente o assunto englobe casos mais > específicos, como os já apresentados anteriormente. > Abraço > Luis Preto > Engenheiro Agrícola > Date: Mon, 16 Feb 2015 11:39:33 -0200 > From: [email protected] > To: [email protected] > Subject: Re: [Irriga-l] [SPAM]Re: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > Colegas, > Bom dia. > A conversa está muito interessante. Fico muito satisfeito em ver um > debate tão intenso entre nós especialistas. Sempre digo, basta olhar > nos principais congressos, temos muito pouca gente falando o tema > água na agricultura. > Neste momento sugiro deixar de lado os oportunistas. Seria impossível > responder caso a caso. Temos que nos organizar e levar esse debate > para a sociedade, mas tem que ser de uma maneira mais simples e > direta, no sentido de educar, sem radicalismos. Nesse sentido, é > fundamental envolver a mídia. > Um dia vi uma reportagem de um colega dizendo que a agricultura não > consome água, pois ela volta para o ciclo hidrológico. Este tipo > de afirmação mais atrapalha do que ajuda... > A ideia de formar um grupo de especialistas que possam trabalhar num > documento para a sociedade é muito interessante. A irrigação não usa > água é apenas um meio de levar água para as culturas. É importante > deixa claro que a agricultura utiliza água, e não é pouca água, mas > é para um fim nobre, produção de alimento. O debate então é quanto > de alimento, fibras, energia, etc. queremos ou precisamos produzir? > Outro documento desse grupo, com visão de futuro, deveria ser para os > nossos gestores. Na verdade eles precisam dessa orientação...se não > fizermos os outros fazem.. > Desculpe o longo e-mail para uma segunda de carnaval. > Abs, > Lineu. > PS: Acho ser importante também uniformizar alguns conceitos entre nós > mesmos.. > De: "Marco Viana" <[email protected]> > Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" > <[email protected]> > Enviadas: Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 10:58:55 > Assunto: [SPAM]Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > Bom dia Fernando > Concordo com você precisamos eleger e organizar uma pauta minima para > discussão e depois direcionar nossas acoes. > O GIFC poderia canalizar essas idéias. > E colocar em discussão e definição de direcionamento em outubro > durante o irrigacana. > O que acham? > Em 16/02/2015 10:46, [email protected] escreveu: > > > > Bom dia, Laércio > > A ideia é interessante e, como várias outras já expostas aqui, já > > deve ter alguns trabalhos sobre o tema. > > Entretanto, o que falta é a realização de estudos amplos e > > sistêmicos sobre este e os demais temas. Por exemplo, deve haver > > alguns (ou vários) estudos de caso desse tipo em âmbito de > > sub-bacias hidrográficas isoladas, mas não para bacias > > hidrográficas inteiras, e muito menos para as regiões e todo o > > território nacional. > > Creio que o enfrentamento de uma crise como esta pela qual passamos > > implica na escolha de alguns temas fundamentais e a organização de > > estudos de amplo espectro territorial, pois há carência de > > recursos para estudar e desenvolver estratégias para todos os > > temas. > > Assim, poderemos formular algumas estratégias necessárias para > > enfrentar a crise em todas as suas instâncias (armazenamento de > > água, racionalização do uso, valorização de serviços ambientais, > > comunicação social etc.). > > > > Att., > > Fernando > > > > P.S. (para quem tiver mais tempo para ler): > > Recentemente eu me meti em uma discussão de Facebook sobre os tais > > 70% de água utilizados pela agricultura, na qual havia um claro > > ataque ao agronegócio. Segundo alguns participantes, "agronegócio" > > só produz commodities para exportação, usa "agrotóxicos" e polui o > > ambiente. Resumo da ópera: saí da discussão por impossibilidade de > > provar meu ponto de vista devido à ignorância dos participantes > > sobre o tema. > > Não temos feito um bom trabalho de comunicação social, pois esse > > indivíduo deve ter tomado seu café da manhã (café, pão, leite, > > manteiga, frutas etc.), vestido algo com fibras vegetais, calçado > > algo de couro ou com solado de borracha, sentado à frente de seu > > computador (em uma cadeira com partes de borracha e uma mesa com > > madeira maciça ou derivados), e escreveu todas as barbaridades que > > li em sua mensagem. Depois, deve ter-se levantado e ido almoçar um > > belo arroz com feijão, bife e salada. > > > > > > > > --- > > Fernando Campos Mendonça > > Depto. de Engenharia de Biossistemas - ESALQ/USP > > Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 09 > > 13418-900 Piracicaba - SP > > http://www.leb.esalq.usp.br > > Skype: fcmendon > > > > ________________________________ > >> > >> De: "Laércio Jacovine" <[email protected]> > >> Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" > >> <[email protected]> > >> Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 10:21:15 > >> Assunto: Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > >> > >> Caros, > >> Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento > >> de ideias. > >> Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. > >> Nesta linha temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono > >> em propriedades rurais (pegada de carbono). A propriedade tem > >> suas emissões por meio do consumo de energia, fertilizantes, > >> combustível, geração de resíduos sólidos, líquidos e gasosos > >> (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por outro lado, as > >> propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras, > >> pomares, culturas perenes, pastagens, etc.) que sequestram e > >> estocam carbono. Por fim tem-se o balanço, que tem-se verificado > >> em alguns levantamentos de pesquisa, mais de 50% são positivos. > >> Assim, estes produtores estão contribuindo para a minimização das > >> mudanças climáticas. > >> > >> Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o > >> consumo de água dos produtores e qual é produção de água na > >> propriedades? A maioria das propriedades tem uma nascente e > >> produz água, que pode ser considerada como produzida. Também tem > >> as suas represas, que armazenam a água excedente da época > >> chuvosa. > >> > >> Além disso, parte da água que poderia ser considerada como > >> consumida, o produtor a acumula nos seus produtos que vão para a > >> mesa do consumidor. Um produtor de melancia, por exemplo, consome > >> água, mas está acumulando no produto. Esta água entrará na conta > >> do consumo recomendado de 2 litros de água/dia. > >> Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria > >> das propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os > >> consumidores da cidade. Por isto, devem receber por esta > >> prestação de serviço ambiental. > >> > >> O que acham disso? > >> > >> Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana > >> <[email protected]> escreveu: > >>> > >>> Bom dia Rodrigo > >>> > >>> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de > >>> dizer a verdade nunca me faltou. > >>> O GIFC esta ai pra isso. > >>> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me > >>> coloco a disposição. > >>> Podem contar comigo. > >>> > >>> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> > >>> escreveu: > >>> > > >>> > prezado. > >>> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de > >>> > conversão há de se fazer manejo. > >>> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e > >>> > não um trabalho em prateleiras empoeiradas... > >>> > o que falta? coragem? > >>> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além > >>> > da pesquisa, com ótimos resultados. > >>> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. > >>> > usa abaixo de sua cota e punindo os perdulários. mas aí > >>> > pergunto: cadê a coragem? cadê a ANA e SRHs? > >>> > abs > >>> > > >>> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" > >>> > <[email protected]> escreveu: > >>> >> > >>> >> Bom dia > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e > >>> >> consequente redução de custos a sugestão e pagar para > >>> >> produzir menos ? > >>> >> > >>> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho > >>> >> de orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da > >>> >> água, esse é o nosso papel. > >>> >> > >>> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela > >>> >> indústria e nas cidades precisa passar por acompanhamento > >>> >> para um uso racional. ERle esquece que são visto enormes > >>> >> vazamentos nas cidades e desperdícios de água nas industrias. > >>> >> O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção, > >>> >> pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas > >>> >> industrias e essa mesma água, já outorgada, pode e deve ser > >>> >> usada nas lavouras de cana. > >>> >> > >>> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que > >>> >> haver desemprego em massa e que a agricultura é responsável > >>> >> por 30% do PIB nacional que uma redução de produtividade > >>> >> traria prejuízos astronômicos para a economia nacional. > >>> >> > >>> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, > >>> >> pois percebemos que vivemos em um pais de desinformados, > >>> >> principalmente quando vemos um professor pregando algo assim. > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Abraços > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Marco Viana > >>> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. > >>> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas > >>> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060 > >>> >> Fone: 55 16 3237-4249 > >>> >> Celular: 55 16 981.752662 > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em > >>> >> nome de Rodrigo Vieira > >>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 > >>> >> Para: undisclosed-recipients: > >>> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> ---------- Mensagem encaminhada ---------- > >>> >> De: Antônio Carvalho Feitosa > >>> >> <[email protected]> > >>> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 > >>> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS > >>> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" > >>> >> <[email protected]>, > >>> >> "[email protected]" > >>> >> <[email protected]>, > >>> >> "[email protected]" > >>> >> <[email protected]> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Para conhecimento. > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> De: Gerlane Alves de Sousa > >>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 > >>> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação > >>> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Época > >>> >> > >>> >> Paulo Canedo: A irrigação na agricultura é perdulária > >>> >> > >>> >> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html > >>> >> > >>> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade > >>> >> Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de > >>> >> Magalhães, 66 anos, afirma que agricultores brasileiros > >>> >> precisam poupar água ao irrigar suas lavouras, mesmo que isso > >>> >> signifique redução na colheita. Segundo o professor, a medida > >>> >> seria bem-vinda em municípios mais dependentes da atividade > >>> >> agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do > >>> >> Espírito Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em > >>> >> R$ 40 milhões, o equivalente a 15% de sua receita anual. Para > >>> >> compensá-los de uma eventual redução na colheita, o governo > >>> >> pagaria uma indenização, como incentivo a economia de água. > >>> >> Canedo diz que o custo para os cofres públicos seia menor do > >>> >> que os gastos para compensar a crise hídrica. > >>> >> > >>> >> >> Reportagens sobre a crise da água > >>> >> > >>> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o > >>> >> que consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. > >>> >> Isso está certo? > >>> >> Paulo Canedo A agricultura normalmente é um grande > >>> >> consumidor de água e, no Brasil, nós temos uma técnica de > >>> >> irrigação perdulária. Tem sido comum essa briga entre o campo > >>> >> e a cidade. Em termos globais, 70% da água são gastos com a > >>> >> agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo pela > >>> >> população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São > >>> >> Paulo, a agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma > >>> >> muito, o que já está errado, o percentual de gasto no campo > >>> >> será sempre pequeno. No caso de Cachoeiro de Itapemirim, uma > >>> >> cidade de porte médio, onde a agricultura é pujante, precisa > >>> >> haver uma política administrativa eficaz, que esteja sempre > >>> >> presente, para estimular o uso correto da irrigação. > >>> >> > >>> >> ÉPOCA Falta orientação aos agricultores? > >>> >> Canedo Falta tudo. Faltam políticas governamentais e > >>> >> instrução, apoio técnico e, eventualmente, dinheiro para o > >>> >> agricultor adotar um método mais eficiente. Precisamos de > >>> >> ações inteligentes e planejadas. Não se trata simplesmente de > >>> >> chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais > >>> >> utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos > >>> >> empreendedores rurais, o que não seria justo. > >>> >> > >>> >> ÉPOCA Qual a solução possível? > >>> >> Canedo Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita > >>> >> do tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação > >>> >> financeira, se nós fizermos as contas direitinho, será sempre > >>> >> inferior aos gastos que se tem para corrigir a falta de água > >>> >> destinada ao consumo humano. > >>> >> > >>> >> ÉPOCA A redução na produção agrícola não causaria um impacto > >>> >> na economia dos municípios? > >>> >> Canedo Os custos para consertar problemas de abastecimento > >>> >> serão sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação > >>> >> de impostos. Essas coisas ainda não estão bem claras. Por > >>> >> isso, as administrações municipais, estaduais e a federal não > >>> >> procuram encontrar soluções para a escassez. A água não acaba > >>> >> de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o > >>> >> pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito > >>> >> provável uma estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou > >>> >> menos assim: imagine uma família em que apenas o pai tem > >>> >> renda. Ele prevê que o ano seguinte será financeiramente > >>> >> difícil e avisa à família que poupará dinheiro. Aquela coisa > >>> >> de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não pode mais, > >>> >> agora é só uma vez por mês. Se a economia de água começar com > >>> >> antecedência, ninguém sofrerá muito. > >>> >> > >>> >> ÉPOCA A deterioração de rios que cortam a zona urbana também > >>> >> é responsável pela crise? > >>> >> Canedo Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da > >>> >> seca urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que > >>> >> dificulta muito a utilização da água para consumo. > >>> >> > >>> >> ÉPOCA O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? > >>> >> Canedo Apertar a agricultura e a população urbana para > >>> >> gastar menos água, evitando desperdício. Se você se > >>> >> organizar, como o pai que controla o orçamento familiar, será > >>> >> possível superar um ano difícil. Como o Brasil é um país > >>> >> muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os > >>> >> recursos hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos > >>> >> complicamos todos. A culpa é da falta de chuva? É claro, mas > >>> >> não estaríamos numa situação tão grave, se tivéssemos um > >>> >> comportamento minimamente organizado. > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> G1 > >>> >> > >>> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por > >>> >> mês > >>> >> > >>> >> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante > >>> >> a produção de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim > >>> >> (SP). O sistema faz com que 15 milhões de litros deixem de > >>> >> ser retirados mensalmente dos mananciais. O investimento foi > >>> >> de R$ 500 mil. > >>> >> > >>> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O > >>> >> tanque é ligado à estufa de flores por canos.Quando um > >>> >> segundo estiver pronto, eles vão garantir a manutenção dos > >>> >> trabalhos por oito meses, mesmo com a crise hídrica. > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Diário do Grande ABC > >>> >> > >>> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana > >>> >> na região > >>> >> > >>> >> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo > >>> >> > >>> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC > >>> >> nesta semana, e buscou por itens para compor a salada e > >>> >> enfrentar o calorão, tomou um susto ao se deparar com os > >>> >> preços de verduras e legumes, em torno de 10,61% mais caros. > >>> >> O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado pela falta > >>> >> de água, justificam os estabelecimentos, que fez com que > >>> >> agricultores tivessem de despender mais recursos com a > >>> >> irrigação, custo que foi repassado ao consumidor. > >>> >> > >>> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor > >>> >> da cesta básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de > >>> >> Abastecimento Integrado de Santo André), o equivalente a R$ > >>> >> 12,23 a mais, se comparada com os sete dias anteriores, > >>> >> saindo por R$ 472,97. > >>> >> > >>> >> Em Destaque > >>> >> > >>> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para > >>> >> torneirasPara sempre Tomie Falta de água eleva preço de > >>> >> hortifrúti em 10,61% nesta semana na regiãoMarinho trabalha > >>> >> saída de Cleuza > >>> >> > >>> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o > >>> >> tomate, que voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ > >>> >> 4,13 a R$ 6,03 o quilo alta de R$ 1,90. Outros itens que > >>> >> também pesaram no bolso do consumidor foram a batata, que em > >>> >> sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em média R$ > >>> >> 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), > >>> >> encontrada a R$ 2,74. > >>> >> > >>> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio > >>> >> Lacerda, afirma que, na semana passada, verduras e legumes > >>> >> custavam cerca de 15% menos. A alface, ele cita, saltou de R$ > >>> >> 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). > >>> >> > >>> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos > >>> >> que os agricultores estão tendo que enfrentar para manter a > >>> >> qualidade e produção do setor. Fizemos pesquisa em outros > >>> >> estabelecimentos da região e percebemos que, de fato, o > >>> >> aumento foi geral, e a justificativa dada foi a mesma em > >>> >> todos os lugares. > >>> >> > >>> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o > >>> >> gerente Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos > >>> >> preços se deve à estiagem e investimentos adicionais que > >>> >> fornecedores estão tendo que realizar por conta da crise > >>> >> hídrica. O reajuste mensal de todos os alimentos pesou > >>> >> muito, e os clientes não param de reclamar, diz. > >>> >> > >>> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que > >>> >> ficou indignado ao ver os preços do hortifrúti. Além de não > >>> >> ser acessível, gera preocupação porque a cada semana os > >>> >> valores só aumentam. Não sei onde isso vai parar. > >>> >> > >>> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa > >>> >> quando percebeu que o valor tomate havia subido novamente. > >>> >> Vim às compras para aumentar uma salada que iria fazer hoje > >>> >> (ontem) à noite, mas já mudei de ideia. > >>> >> > >>> >> ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder > >>> >> nutrientes importantes na alimentação, é ser criativo na hora > >>> >> de fazer a feira. Grãos e raízes são ótimos aliados para > >>> >> compor a salada. Alimentos congelados como ervilha e brócolis > >>> >> também são uma boa opção, sugere a culinarista Ana Tomazoni, > >>> >> ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a alta nos > >>> >> preços. > >>> >> > >>> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício > >>> >> também reduz os gastos com alimentação. > >>> >> > >>> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma > >>> >> dica é aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros > >>> >> nesta época, como ingredientes da caipirinha que, apesar da > >>> >> sazonalidade, mantiveram o preço na região. O quilo do limão > >>> >> pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do maracujá sai > >>> >> por R$ 4,99. > >>> >> > >>> >> > >>> >> Reuters Brasil > >>> >> > >>> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na > >>> >> administração federal > >>> >> > >>> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 > >>> >> > >>> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu > >>> >> o monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos > >>> >> da administração pública federal, em meio à crise hídrica que > >>> >> vem elevando os temores de racionamento no país. > >>> >> > >>> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta > >>> >> sexta-feira, o Planejamento determinou que órgãos e entidades > >>> >> passem a fornecer informações referentes ao consumo de água e > >>> >> energia mensalmente, através do Sistema do Projeto Esplanada > >>> >> Sustentável. > >>> >> > >>> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste > >>> >> ano devem ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, > >>> >> sendo que um servidor de cada órgão deverá ser designado para > >>> >> o fornecimento das informações. > >>> >> > >>> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de > >>> >> Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), ambas > >>> >> subordinadas ao Planejamento, estabelecerão indicadores para > >>> >> o monitoramento do consumo de energia e água pelos órgãos em > >>> >> até 60 dias. > >>> >> > >>> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem > >>> >> adotadas pelos órgãos em esforço para um consumo mais > >>> >> eficiente, entre as quais estão o desligamento de aparelhos > >>> >> de ar condicionado, computadores e lâmpadas em ambientes > >>> >> desocupados. > >>> >> > >>> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por > >>> >> exemplo, a definição de regras sobre a periodicidade de > >>> >> irrigação de jardins e gramados e avaliação da viabilidade de > >>> >> utilização de sistemas de reúso da água e de captação da água > >>> >> de chuva em novos projetos de edificações. > >>> >> > >>> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível > >>> >> dos reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, > >>> >> com implicações para o abastecimento energético e hídrico do > >>> >> país. > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Montesclaros.com > >>> >> > >>> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em > >>> >> Minas > >>> >> > >>> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 > >>> >> > >>> >> O jornal O Tempo, de Belo Horizonte, diz hoje que a > >>> >> restrição no abastecimento e a cobrança da sobretaxa para > >>> >> quem não economizar água deverão ser anunciadas em cerca de > >>> >> 20 dias para a população de Minas. De acordo com proposta > >>> >> apresentada durante reunião do Conselho Estadual de Recursos > >>> >> Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá > >>> >> reduções de 20% do volume diário de captação de água para > >>> >> consumo humano, 30% para as captações de água para consumo > >>> >> industrial e de 30% para irrigação para a agricultura. As > >>> >> propostas constam na Deliberação Normativa elaborada pelo > >>> >> conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado > >>> >> foram questionados pelos conselheiros. Após análise das > >>> >> reivindicações e possíveis alterações no texto, outra reunião > >>> >> do conselho será marcada, quando haverá a votação e as > >>> >> medidas poderão ser adotadas. > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> Gerlane Alves > >>> >> Assessoria de Comunicação Social > >>> >> > >>> >> Ministério da Integração Nacional > >>> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 > >>> >> > >>> >> Site: www.mi.gov.br > >>> >> Facebook: facebook.com/br.integracao > >>> >> > >>> >> Twitter: twitter.com/br_integracao > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> > >>> >> _______________________________________________ > >>> >> Irriga-l mailing list > >>> >> [email protected] > >>> >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > >>> >> > >>> _______________________________________________ > >>> Irriga-l mailing list > >>> [email protected] > >>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > >> > >> > >> > >> > >> -- > >> Laércio Jacovine > >> Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV > >> Área de Economia Ambiental > >> > >> _______________________________________________ > >> Irriga-l mailing list > >> [email protected] > >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > > > > > _______________________________________________ > Irriga-l mailing list > [email protected] > https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > ____________________________________________________________________________ > Aviso de confidencialidade. > Esta mensagem da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária > (Embrapa), empresa pùblica federal regida pelo disposto na Lei > Federal no. 5.851, de 7 de dezembro de 1972, é enviada > exclusivamente a seu destinatário e pode conter informações > confidenciais, protegidas por sigilo profissional. 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