Bom dia Fernando Concordo com você precisamos eleger e organizar uma pauta minima para discussão e depois direcionar nossas acoes. O GIFC poderia canalizar essas idéias. E colocar em discussão e definição de direcionamento em outubro durante o irrigacana. O que acham?
Em 16/02/2015 10:46, [email protected] escreveu: > > Bom dia, Laércio > A ideia é interessante e, como várias outras já expostas aqui, já deve ter > alguns trabalhos sobre o tema. > Entretanto, o que falta é a realização de estudos amplos e sistêmicos sobre > este e os demais temas. Por exemplo, deve haver alguns (ou vários) estudos de > caso desse tipo em âmbito de sub-bacias hidrográficas isoladas, mas não para > bacias hidrográficas inteiras, e muito menos para as regiões e todo o > território nacional. > Creio que o enfrentamento de uma crise como esta pela qual passamos implica > na escolha de alguns temas fundamentais e a organização de estudos de amplo > espectro territorial, pois há carência de recursos para estudar e desenvolver > estratégias para todos os temas. > Assim, poderemos formular algumas estratégias necessárias para enfrentar a > crise em todas as suas instâncias (armazenamento de água, racionalização do > uso, valorização de serviços ambientais, comunicação social etc.). > > Att., > Fernando > > P.S. (para quem tiver mais tempo para ler): > Recentemente eu me meti em uma discussão de Facebook sobre os tais 70% de > água utilizados pela agricultura, na qual havia um claro ataque ao > agronegócio. Segundo alguns participantes, "agronegócio" só produz > commodities para exportação, usa "agrotóxicos" e polui o ambiente. Resumo da > ópera: saí da discussão por impossibilidade de provar meu ponto de vista > devido à ignorância dos participantes sobre o tema. > Não temos feito um bom trabalho de comunicação social, pois esse indivíduo > deve ter tomado seu café da manhã (café, pão, leite, manteiga, frutas etc.), > vestido algo com fibras vegetais, calçado algo de couro ou com solado de > borracha, sentado à frente de seu computador (em uma cadeira com partes de > borracha e uma mesa com madeira maciça ou derivados), e escreveu todas as > barbaridades que li em sua mensagem. Depois, deve ter-se levantado e ido > almoçar um belo arroz com feijão, bife e salada. > > > > --- > Fernando Campos Mendonça > Depto. de Engenharia de Biossistemas - ESALQ/USP > Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 09 > 13418-900 Piracicaba - SP > http://www.leb.esalq.usp.br > Skype: fcmendon > > ________________________________ >> >> De: "Laércio Jacovine" <[email protected]> >> Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" >> <[email protected]> >> Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 10:21:15 >> Assunto: Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS >> >> Caros, >> Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento de ideias. >> Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. Nesta linha >> temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono em propriedades rurais >> (pegada de carbono). A propriedade tem suas emissões por meio do consumo de >> energia, fertilizantes, combustível, geração de resíduos sólidos, líquidos e >> gasosos (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por outro lado, as >> propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras, pomares, >> culturas perenes, pastagens, etc.) que sequestram e estocam carbono. Por fim >> tem-se o balanço, que tem-se verificado em alguns levantamentos de pesquisa, >> mais de 50% são positivos. Assim, estes produtores estão contribuindo para a >> minimização das mudanças climáticas. >> >> Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o consumo de >> água dos produtores e qual é produção de água na propriedades? A maioria das >> propriedades tem uma nascente e produz água, que pode ser considerada como >> produzida. Também tem as suas represas, que armazenam a água excedente da >> época chuvosa. >> >> Além disso, parte da água que poderia ser considerada como consumida, o >> produtor a acumula nos seus produtos que vão para a mesa do consumidor. Um >> produtor de melancia, por exemplo, consome água, mas está acumulando no >> produto. Esta água entrará na conta do consumo recomendado de 2 litros de >> água/dia. >> Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria das >> propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os consumidores >> da cidade. Por isto, devem receber por esta prestação de serviço ambiental. >> >> O que acham disso? >> >> Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana <[email protected]> >> escreveu: >>> >>> Bom dia Rodrigo >>> >>> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a >>> verdade nunca me faltou. >>> O GIFC esta ai pra isso. >>> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a >>> disposição. >>> Podem contar comigo. >>> >>> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu: >>> > >>> > prezado. >>> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão há >>> > de se fazer manejo. >>> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um >>> > trabalho em prateleiras empoeiradas... >>> > o que falta? coragem? >>> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da >>> > pesquisa, com ótimos resultados. >>> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa >>> > abaixo de sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a >>> > coragem? cadê a ANA e SRHs? >>> > abs >>> > >>> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" >>> > <[email protected]> escreveu: >>> >> >>> >> Bom dia >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente >>> >> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ? >>> >> >>> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de >>> >> orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o >>> >> nosso papel. >>> >> >>> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas >>> >> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle >>> >> esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de >>> >> água nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa >>> >> direção, pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas >>> >> industrias e essa mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas >>> >> lavouras de cana. >>> >> >>> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver >>> >> desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB >>> >> nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos >>> >> para a economia nacional. >>> >> >>> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois >>> >> percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente >>> >> quando vemos um professor pregando algo assim. >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Abraços >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Marco Viana >>> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. >>> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas >>> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060 >>> >> Fone: 55 16 3237-4249 >>> >> Celular: 55 16 981.752662 >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de >>> >> Rodrigo Vieira >>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 >>> >> Para: undisclosed-recipients: >>> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> ---------- Mensagem encaminhada ---------- >>> >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]> >>> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 >>> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS >>> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" >>> >> <[email protected]>, "[email protected]" >>> >> <[email protected]>, "[email protected]" >>> >> <[email protected]> >>> >> >>> >> >>> >> Para conhecimento. >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> De: Gerlane Alves de Sousa >>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 >>> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação >>> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Época >>> >> >>> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária” >>> >> >>> >> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html >>> >> >>> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio >>> >> de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, >>> >> afirma que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas >>> >> lavouras, mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o >>> >> professor, a medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da >>> >> atividade agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do >>> >> Espírito Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 >>> >> milhões, o equivalente a 15% de sua receita anual. Para compensá-los de >>> >> uma eventual redução na colheita, o governo pagaria uma indenização, >>> >> como incentivo a economia de água. Canedo diz que o custo para os cofres >>> >> públicos seia menor do que os gastos para compensar a crise hídrica. >>> >> >>> >> >> Reportagens sobre a crise da água >>> >> >>> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que >>> >> consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo? >>> >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água >>> >> e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido >>> >> comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da >>> >> água são gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o >>> >> consumo pela população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São >>> >> Paulo, a agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que >>> >> já está errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No >>> >> caso de Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a >>> >> agricultura é pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, >>> >> que esteja sempre presente, para estimular o uso correto da irrigação. >>> >> >>> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores? >>> >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio >>> >> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método >>> >> mais eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se >>> >> trata simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem >>> >> mais utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos >>> >> empreendedores rurais, o que não seria justo. >>> >> >>> >> ÉPOCA – Qual a solução possível? >>> >> Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do >>> >> tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se >>> >> nós fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que >>> >> se tem para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano. >>> >> >>> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na >>> >> economia dos municípios? >>> >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão >>> >> sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas >>> >> coisas ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações >>> >> municipais, estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a >>> >> escassez. A água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um >>> >> ano atrás, o pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito >>> >> provável uma estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: >>> >> imagine uma família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano >>> >> seguinte será financeiramente difícil e avisa à família que poupará >>> >> dinheiro. Aquela coisa de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não >>> >> pode mais, agora é só uma vez por mês. Se a economia de água começar com >>> >> antecedência, ninguém sofrerá muito. >>> >> >>> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é >>> >> responsável pela crise? >>> >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca >>> >> urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a >>> >> utilização da água para consumo. >>> >> >>> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? >>> >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos >>> >> água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que >>> >> controla o orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. >>> >> Como o Brasil é um país muito rico em água, nós temos uma gestão >>> >> desleixada com os recursos hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e >>> >> nos complicamos todos. A culpa é da falta de chuva? É claro, mas não >>> >> estaríamos numa situação tão grave, se tivéssemos um comportamento >>> >> minimamente organizado. >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> G1 >>> >> >>> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês >>> >> >>> >> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a >>> >> produção de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O >>> >> sistema faz com que 15 milhões de litros deixem de ser retirados >>> >> mensalmente dos mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil. >>> >> >>> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é >>> >> ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, >>> >> eles vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a >>> >> crise hídrica. >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Diário do Grande ABC >>> >> >>> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região >>> >> >>> >> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo >>> >> >>> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta >>> >> semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, >>> >> tomou um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em >>> >> torno de 10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi >>> >> provocado pela falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez >>> >> com que agricultores tivessem de despender mais recursos com a >>> >> irrigação, custo que foi repassado ao consumidor. >>> >> >>> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta >>> >> básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento >>> >> Integrado de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada >>> >> com os sete dias anteriores, saindo por R$ 472,97. >>> >> >>> >> Em Destaque >>> >> >>> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara >>> >> sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta >>> >> semana na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza >>> >> >>> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que >>> >> voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – >>> >> alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor >>> >> foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em >>> >> média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada >>> >> a R$ 2,74. >>> >> >>> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma >>> >> que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. >>> >> A alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). >>> >> >>> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os >>> >> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e >>> >> produção do setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da >>> >> região e percebemos que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa >>> >> dada foi a mesma em todos os lugares.” >>> >> >>> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente >>> >> Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à >>> >> estiagem e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que >>> >> realizar por conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os >>> >> alimentos pesou muito, e os clientes não param de reclamar”, diz. >>> >> >>> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou >>> >> indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, >>> >> gera preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei >>> >> onde isso vai parar.” >>> >> >>> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando >>> >> percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para >>> >> aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de >>> >> ideia.” >>> >> >>> >> ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes >>> >> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. >>> >> “Grãos e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos >>> >> congelados como ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a >>> >> culinarista Ana Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto >>> >> com a alta nos preços. >>> >> >>> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também >>> >> reduz os gastos com alimentação. >>> >> >>> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é >>> >> aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como >>> >> ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o >>> >> preço na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, >>> >> enquanto a do maracujá sai por R$ 4,99. >>> >> >>> >> >>> >> Reuters Brasil >>> >> >>> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração >>> >> federal >>> >> >>> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 >>> >> >>> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o >>> >> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da >>> >> administração pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando >>> >> os temores de racionamento no país. >>> >> >>> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o >>> >> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer >>> >> informações referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através >>> >> do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável. >>> >> >>> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem >>> >> ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor >>> >> de cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações. >>> >> >>> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e >>> >> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, >>> >> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e >>> >> água pelos órgãos em até 60 dias. >>> >> >>> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas >>> >> pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais >>> >> estão o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e >>> >> lâmpadas em ambientes desocupados. >>> >> >>> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a >>> >> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e >>> >> gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso >>> >> da água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações. >>> >> >>> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos >>> >> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com >>> >> implicações para o abastecimento energético e hídrico do país. >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Montesclaros.com >>> >> >>> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas >>> >> >>> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 >>> >> >>> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no >>> >> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água >>> >> deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. >>> >> De acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual >>> >> de Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá >>> >> reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo >>> >> humano, 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% >>> >> para irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação >>> >> Normativa elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos >>> >> pelo estado foram questionados pelos conselheiros. Após análise das >>> >> reivindicações e possíveis alterações no texto, outra reunião do >>> >> conselho será marcada, quando haverá a votação e as medidas poderão ser >>> >> adotadas. >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> Gerlane Alves >>> >> Assessoria de Comunicação Social >>> >> >>> >> Ministério da Integração Nacional >>> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 >>> >> >>> >> Site: www.mi.gov.br >>> >> Facebook: facebook.com/br.integracao >>> >> >>> >> Twitter: twitter.com/br_integracao >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> >>> >> _______________________________________________ >>> >> Irriga-l mailing list >>> >> [email protected] >>> >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >>> >> >>> _______________________________________________ >>> Irriga-l mailing list >>> [email protected] >>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >> >> >> >> >> -- >> Laércio Jacovine >> Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV >> Área de Economia Ambiental >> >> _______________________________________________ >> Irriga-l mailing list >> [email protected] >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > > _______________________________________________ Irriga-l mailing list [email protected] https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
