Bom dia Fernando

Concordo com você precisamos eleger e organizar uma pauta minima para discussão 
e depois direcionar nossas acoes.
O GIFC poderia canalizar essas idéias. 
E colocar em discussão e definição de direcionamento em outubro durante o 
irrigacana.
O que acham? 

Em 16/02/2015 10:46, [email protected] escreveu:
>
> Bom dia, Laércio
> A ideia é interessante e, como várias outras já expostas aqui, já deve ter 
> alguns trabalhos sobre o tema.
> Entretanto, o que falta é a realização de estudos amplos e sistêmicos sobre 
> este e os demais temas. Por exemplo, deve haver alguns (ou vários) estudos de 
> caso desse tipo em âmbito de sub-bacias hidrográficas isoladas, mas não para 
> bacias hidrográficas inteiras, e muito menos para as regiões e todo o 
> território nacional.
> Creio que o enfrentamento de uma crise como esta pela qual passamos implica 
> na escolha de alguns temas fundamentais e a organização de estudos de amplo 
> espectro territorial, pois há carência de recursos para estudar e desenvolver 
> estratégias para todos os temas.
> Assim, poderemos formular algumas estratégias necessárias para enfrentar a 
> crise em todas as suas instâncias (armazenamento de água, racionalização do 
> uso, valorização de serviços ambientais, comunicação social etc.).
>
> Att.,
> Fernando
>
> P.S. (para quem tiver mais tempo para ler):
> Recentemente eu me meti em uma discussão de Facebook sobre os tais 70% de 
> água utilizados pela agricultura, na qual havia um claro ataque ao 
> agronegócio. Segundo alguns participantes, "agronegócio" só produz 
> commodities para exportação, usa "agrotóxicos" e polui o ambiente. Resumo da 
> ópera: saí da discussão por impossibilidade de provar meu ponto de vista 
> devido à ignorância dos participantes sobre o tema.
> Não temos feito um bom trabalho de comunicação social, pois esse indivíduo 
> deve ter tomado seu café da manhã (café, pão, leite, manteiga, frutas etc.), 
> vestido algo com fibras vegetais, calçado algo de couro ou com solado de 
> borracha, sentado à frente de seu computador (em uma cadeira com partes de 
> borracha e uma mesa com madeira maciça ou derivados), e escreveu todas as 
> barbaridades que li em sua mensagem. Depois, deve ter-se levantado e ido 
> almoçar um belo arroz com feijão, bife e salada.
>
>
>
> ---
> Fernando Campos Mendonça
> Depto. de Engenharia de Biossistemas - ESALQ/USP
> Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 09
> 13418-900  Piracicaba - SP
> http://www.leb.esalq.usp.br
> Skype: fcmendon
>
> ________________________________
>>
>> De: "Laércio Jacovine" <[email protected]>
>> Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" 
>> <[email protected]>
>> Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 10:21:15
>> Assunto: Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>
>> Caros,
>> Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento de ideias.
>> Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. Nesta linha 
>> temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono em propriedades rurais 
>> (pegada de carbono). A propriedade tem suas emissões por meio do consumo de 
>> energia, fertilizantes, combustível, geração de resíduos sólidos, líquidos e 
>> gasosos (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por outro lado, as 
>> propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras, pomares, 
>> culturas perenes, pastagens, etc.) que sequestram e estocam carbono. Por fim 
>> tem-se o balanço, que tem-se verificado em alguns levantamentos de pesquisa, 
>> mais de 50% são positivos. Assim, estes produtores estão contribuindo para a 
>> minimização das mudanças climáticas.
>>
>> Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o consumo de 
>> água dos produtores e qual é produção de água na propriedades? A maioria das 
>> propriedades tem uma nascente e produz água, que pode ser considerada como 
>> produzida. Também tem as suas represas, que armazenam a água excedente da 
>> época chuvosa. 
>>
>> Além disso, parte da água que poderia ser considerada como consumida, o 
>> produtor a acumula nos seus produtos que vão para a mesa do consumidor. Um 
>> produtor de melancia, por exemplo, consome água, mas está acumulando no 
>> produto. Esta água entrará na conta do consumo recomendado de 2 litros de 
>> água/dia.
>> Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria das 
>> propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os consumidores 
>> da cidade. Por isto, devem receber por esta prestação de serviço ambiental.
>>
>> O que acham disso?
>>
>> Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana <[email protected]> 
>> escreveu:
>>>
>>> Bom dia Rodrigo
>>>
>>> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a 
>>> verdade nunca me faltou.
>>> O GIFC esta ai pra isso.
>>> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a 
>>> disposição.
>>> Podem contar comigo.
>>>
>>> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu:
>>> >
>>> > prezado.
>>> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão há 
>>> > de se fazer manejo.
>>> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um 
>>> > trabalho em prateleiras empoeiradas...
>>> > o que falta? coragem?
>>> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da 
>>> > pesquisa, com ótimos resultados.
>>> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa 
>>> > abaixo de sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a 
>>> > coragem? cadê a ANA e SRHs?
>>> > abs
>>> >
>>> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" 
>>> > <[email protected]> escreveu:
>>> >>
>>> >> Bom dia
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente 
>>> >> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ?
>>> >>
>>> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de 
>>> >> orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o 
>>> >> nosso papel.
>>> >>
>>> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas 
>>> >> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle 
>>> >> esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de 
>>> >> água nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa 
>>> >> direção, pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas 
>>> >> industrias e essa mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas 
>>> >> lavouras de cana.
>>> >>
>>> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver 
>>> >> desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB 
>>> >> nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos 
>>> >> para a economia nacional.
>>> >>
>>> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois 
>>> >> percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente 
>>> >> quando vemos um professor pregando algo assim.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Abraços
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Marco Viana
>>> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios.
>>> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas
>>> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060
>>> >> Fone: 55 16 3237-4249
>>> >> Celular: 55 16 981.752662
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de 
>>> >> Rodrigo Vieira
>>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41
>>> >> Para: undisclosed-recipients:
>>> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>
>>> >>
>>> >> ---------- Mensagem encaminhada ----------
>>> >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]>
>>> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
>>> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" 
>>> >> <[email protected]>, "[email protected]" 
>>> >> <[email protected]>, "[email protected]" 
>>> >> <[email protected]>
>>> >>
>>> >>
>>> >> Para conhecimento.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> De: Gerlane Alves de Sousa
>>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26
>>> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação
>>> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Época
>>> >>
>>> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária”
>>> >>
>>> >> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html
>>> >>
>>> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio 
>>> >> de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, 
>>> >> afirma que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas 
>>> >> lavouras, mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o 
>>> >> professor, a medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da 
>>> >> atividade agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do 
>>> >> Espírito Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 
>>> >> milhões, o equivalente a 15% de sua receita anual. Para compensá-los de 
>>> >> uma eventual redução na colheita, o governo pagaria uma indenização, 
>>> >> como incentivo a economia de água. Canedo diz que o custo para os cofres 
>>> >> públicos seia menor do que os gastos para compensar a crise hídrica.
>>> >>
>>> >> >> Reportagens sobre a crise da água
>>> >>
>>> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que 
>>> >> consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo?
>>> >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água 
>>> >> e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido 
>>> >> comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da 
>>> >> água são gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o 
>>> >> consumo pela população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São 
>>> >> Paulo, a agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que 
>>> >> já está errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No 
>>> >> caso de Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a 
>>> >> agricultura é pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, 
>>> >> que esteja sempre presente, para estimular o uso correto da irrigação. 
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores?
>>> >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio 
>>> >> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método 
>>> >> mais eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se 
>>> >> trata simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem 
>>> >> mais utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos 
>>> >> empreendedores rurais, o que não seria justo.
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – Qual a solução possível?
>>> >> Canedo –  Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do 
>>> >> tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se 
>>> >> nós fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que 
>>> >> se tem para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano.
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na 
>>> >> economia dos municípios?
>>> >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão 
>>> >> sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas 
>>> >> coisas ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações 
>>> >> municipais, estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a 
>>> >> escassez. A água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um 
>>> >> ano atrás, o pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito 
>>> >> provável uma estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: 
>>> >> imagine uma família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano 
>>> >> seguinte será financeiramente difícil e avisa à família que poupará 
>>> >> dinheiro. Aquela coisa de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não 
>>> >> pode mais, agora é só uma vez por mês. Se a economia de água começar com 
>>> >> antecedência, ninguém sofrerá muito.
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é 
>>> >> responsável pela crise?
>>> >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca 
>>> >> urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a 
>>> >> utilização da água para consumo. 
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste?
>>> >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos 
>>> >> água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que 
>>> >> controla o orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. 
>>> >> Como o Brasil é um país muito rico em água, nós temos uma gestão 
>>> >> desleixada com os recursos hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e 
>>> >> nos complicamos todos. A culpa é da falta de chuva? É claro, mas não 
>>> >> estaríamos numa situação tão grave, se tivéssemos um comportamento 
>>> >> minimamente organizado.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> G1
>>> >>
>>> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês
>>> >>
>>> >> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a 
>>> >> produção de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O 
>>> >> sistema faz com que 15 milhões de litros deixem de ser retirados 
>>> >> mensalmente dos mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil.
>>> >>
>>> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é 
>>> >> ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, 
>>> >> eles vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a 
>>> >> crise hídrica.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Diário do Grande ABC
>>> >>
>>> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região
>>> >>
>>> >> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo
>>> >>
>>> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta 
>>> >> semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, 
>>> >> tomou um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em 
>>> >> torno de 10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi 
>>> >> provocado pela falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez 
>>> >> com que agricultores tivessem de despender mais recursos com a 
>>> >> irrigação, custo que foi repassado ao consumidor.
>>> >>
>>> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta 
>>> >> básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento 
>>> >> Integrado de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada 
>>> >> com os sete dias anteriores, saindo por R$ 472,97.
>>> >>
>>> >> Em Destaque
>>> >>
>>> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara 
>>> >> sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta 
>>> >> semana na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza
>>> >>
>>> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que 
>>> >> voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – 
>>> >> alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor 
>>> >> foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em 
>>> >> média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada 
>>> >> a R$ 2,74.
>>> >>
>>> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma 
>>> >> que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. 
>>> >> A alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40).
>>> >>
>>> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os 
>>> >> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e 
>>> >> produção do setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da 
>>> >> região e percebemos que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa 
>>> >> dada foi a mesma em todos os lugares.”
>>> >>
>>> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente 
>>> >> Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à 
>>> >> estiagem e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que 
>>> >> realizar por conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os 
>>> >> alimentos pesou muito, e os clientes não param de reclamar”, diz.
>>> >>
>>> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou 
>>> >> indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, 
>>> >> gera preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei 
>>> >> onde isso vai parar.”
>>> >>
>>> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando 
>>> >> percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para 
>>> >> aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de 
>>> >> ideia.”
>>> >>
>>> >> ECONOMIA -  Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes 
>>> >> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. 
>>> >> “Grãos e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos 
>>> >> congelados como ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a 
>>> >> culinarista Ana Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto 
>>> >> com a alta nos preços.
>>> >>
>>> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também 
>>> >> reduz os gastos com alimentação.
>>> >>
>>> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é 
>>> >> aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como 
>>> >> ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o 
>>> >> preço na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, 
>>> >> enquanto a do maracujá sai por R$ 4,99.
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Reuters Brasil
>>> >>
>>> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração 
>>> >> federal
>>> >>
>>> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213
>>> >>
>>> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o 
>>> >> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da 
>>> >> administração pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando 
>>> >> os temores de racionamento no país.
>>> >>
>>> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o 
>>> >> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer 
>>> >> informações referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através 
>>> >> do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável.
>>> >>
>>> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem 
>>> >> ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor 
>>> >> de cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações.
>>> >>
>>> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e 
>>> >> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, 
>>> >> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e 
>>> >> água pelos órgãos em até 60 dias.
>>> >>
>>> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas 
>>> >> pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais 
>>> >> estão o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e 
>>> >> lâmpadas em ambientes desocupados.
>>> >>
>>> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a 
>>> >> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e 
>>> >> gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso 
>>> >> da água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações.
>>> >>
>>> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos 
>>> >> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com 
>>> >> implicações para o abastecimento energético e hídrico do país.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Montesclaros.com
>>> >>
>>> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas
>>> >>
>>> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286
>>> >>
>>> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no 
>>> >> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água 
>>> >> deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. 
>>> >> De acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual 
>>> >> de Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá 
>>> >> reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo 
>>> >> humano, 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% 
>>> >> para irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação 
>>> >> Normativa elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos 
>>> >> pelo estado foram questionados pelos conselheiros. Após análise das 
>>> >> reivindicações e possíveis alterações no texto, outra reunião do 
>>> >> conselho será marcada, quando haverá a votação e as medidas poderão ser 
>>> >> adotadas.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Gerlane Alves
>>> >> Assessoria de Comunicação Social
>>> >>
>>> >> Ministério da Integração Nacional
>>> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726
>>> >>
>>> >> Site: www.mi.gov.br
>>> >> Facebook: facebook.com/br.integracao
>>> >>
>>> >> Twitter: twitter.com/br_integracao
>>> >>
>>> >>  
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>>
>>
>>
>> -- 
>> Laércio Jacovine
>> Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV
>> Área de Economia Ambiental
>>
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>> Irriga-l mailing list
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>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
>
>
_______________________________________________
Irriga-l mailing list
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