Precisamos tomar uma ação contundente e nos organizarmos. Que tal marcarmos
uma primeira reunião para discutirmos o assunto e direcionarmos as primeiras
ações?

Como disse o GIFC pode organizar e elaborar essa carta com a participação
dos especialistas. Vamos ter uma reunião no dia 12/3 , de lá pretendemos
sair com alguma agendado para inicio do trabalho.

 

Abraços

 

 

 

Marco Viana

Superintendente 

Rua Casemiro de Abreu, 950 

Vila Seixas - Ribeirão Preto - SP 

CEP 14020-193
(55 16 3602-0900 /55 16 3237-4249 / 55 16 99180-2132 / 55 16 981752662

Descrição: GIFC-2

 

De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de Luis
A. Preto
Enviada em: segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 11:52
Para: IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada
Assunto: Re: [Irriga-l] [SPAM]Re: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS

 

Prezados:

Na minha opinião, considero a estratégia de abordagem da questão apresentada
pelo Lineu a mais apropriada.

Inclusive não impede que posteriormente o assunto englobe casos mais
específicos, como os já apresentados anteriormente.

Abraço

Luis Preto

Engenheiro Agrícola

  _____  

Date: Mon, 16 Feb 2015 11:39:33 -0200
From: [email protected]
To: [email protected]
Subject: Re: [Irriga-l] [SPAM]Re: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS

Colegas,

Bom dia.

 

A conversa está muito interessante. Fico muito satisfeito em ver um debate
tão intenso entre nós especialistas. Sempre digo, basta olhar nos principais
congressos, temos muito pouca gente falando o tema água na agricultura.

 

Neste momento sugiro deixar de lado os oportunistas. Seria impossível
responder caso a caso. Temos que nos organizar e levar esse debate para a
sociedade, mas tem que ser de uma maneira mais simples e direta, no sentido
de educar, sem radicalismos. Nesse sentido, é fundamental envolver a mídia.

 

Um dia vi uma reportagem de um colega dizendo que a agricultura não
“consome” água, pois ela volta para o ciclo hidrológico. Este tipo de
afirmação mais atrapalha do que ajuda...

 

A ideia de formar um grupo de especialistas que possam trabalhar num
documento para a sociedade é muito interessante. A irrigação não usa água é
apenas um meio de levar água para as culturas. É importante deixa claro que
a agricultura utiliza água, e não é pouca água, mas é para um fim nobre,
produção de alimento. O debate então é quanto de alimento, fibras, energia,
etc. queremos ou precisamos produzir?

 

Outro documento desse grupo, com visão de futuro, deveria ser para os nossos
gestores. Na verdade eles precisam dessa orientação...se não fizermos os
outros fazem..

 

Desculpe o longo e-mail para uma segunda de carnaval.

 

Abs,

Lineu.

PS: Acho ser importante também uniformizar alguns conceitos entre nós
mesmos..

 

  _____  

De: "Marco Viana" <[email protected]>
Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada"
<[email protected]>
Enviadas: Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 10:58:55
Assunto: [SPAM]Re: [Irriga-l]        RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS

Bom dia Fernando

Concordo com você precisamos eleger e organizar uma pauta minima para
discussão e depois direcionar nossas acoes.
O GIFC poderia canalizar essas idéias. 
E colocar em discussão e definição de direcionamento em outubro durante o
irrigacana.
O que acham? 

Em 16/02/2015 10:46, [email protected] escreveu:
>
> Bom dia, Laércio
> A ideia é interessante e, como várias outras já expostas aqui, já deve ter
alguns trabalhos sobre o tema.
> Entretanto, o que falta é a realização de estudos amplos e sistêmicos
sobre este e os demais temas. Por exemplo, deve haver alguns (ou vários)
estudos de caso desse tipo em âmbito de sub-bacias hidrográficas isoladas,
mas não para bacias hidrográficas inteiras, e muito menos para as regiões e
todo o território nacional.
> Creio que o enfrentamento de uma crise como esta pela qual passamos
implica na escolha de alguns temas fundamentais e a organização de estudos
de amplo espectro territorial, pois há carência de recursos para estudar e
desenvolver estratégias para todos os temas.
> Assim, poderemos formular algumas estratégias necessárias para enfrentar a
crise em todas as suas instâncias (armazenamento de água, racionalização do
uso, valorização de serviços ambientais, comunicação social etc.).
>
> Att.,
> Fernando
>
> P.S. (para quem tiver mais tempo para ler):
> Recentemente eu me meti em uma discussão de Facebook sobre os tais 70% de
água utilizados pela agricultura, na qual havia um claro ataque ao
agronegócio. Segundo alguns participantes, "agronegócio" só produz
commodities para exportação, usa "agrotóxicos" e polui o ambiente. Resumo da
ópera: saí da discussão por impossibilidade de provar meu ponto de vista
devido à ignorância dos participantes sobre o tema.
> Não temos feito um bom trabalho de comunicação social, pois esse indivíduo
deve ter tomado seu café da manhã (café, pão, leite, manteiga, frutas etc.),
vestido algo com fibras vegetais, calçado algo de couro ou com solado de
borracha, sentado à frente de seu computador (em uma cadeira com partes de
borracha e uma mesa com madeira maciça ou derivados), e escreveu todas as
barbaridades que li em sua mensagem. Depois, deve ter-se levantado e ido
almoçar um belo arroz com feijão, bife e salada.
>
>
>
> ---
> Fernando Campos Mendonça
> Depto. de Engenharia de Biossistemas - ESALQ/USP
> Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 09
> 13418-900  Piracicaba - SP
> http://www.leb.esalq.usp.br
> Skype: fcmendon
>
> ________________________________
>>
>> De: "Laércio Jacovine" <[email protected]>
>> Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada"
<[email protected]>
>> Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 10:21:15
>> Assunto: Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>
>> Caros,
>> Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento de
ideias.
>> Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. Nesta linha
temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono em propriedades rurais
(pegada de carbono). A propriedade tem suas emissões por meio do consumo de
energia, fertilizantes, combustível, geração de resíduos sólidos, líquidos e
gasosos (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por outro lado, as
propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras, pomares,
culturas perenes, pastagens, etc.) que sequestram e estocam carbono. Por fim
tem-se o balanço, que tem-se verificado em alguns levantamentos de pesquisa,
mais de 50% são positivos. Assim, estes produtores estão contribuindo para a
minimização das mudanças climáticas.
>>
>> Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o consumo
de água dos produtores e qual é produção de água na propriedades? A maioria
das propriedades tem uma nascente e produz água, que pode ser considerada
como produzida. Também tem as suas represas, que armazenam a água excedente
da época chuvosa. 
>>
>> Além disso, parte da água que poderia ser considerada como consumida, o
produtor a acumula nos seus produtos que vão para a mesa do consumidor. Um
produtor de melancia, por exemplo, consome água, mas está acumulando no
produto. Esta água entrará na conta do consumo recomendado de 2 litros de
água/dia.
>> Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria das
propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os consumidores
da cidade. Por isto, devem receber por esta prestação de serviço ambiental.
>>
>> O que acham disso?
>>
>> Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana
<[email protected]> escreveu:
>>>
>>> Bom dia Rodrigo
>>>
>>> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a
verdade nunca me faltou.
>>> O GIFC esta ai pra isso.
>>> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a
disposição.
>>> Podem contar comigo.
>>>
>>> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu:
>>> >
>>> > prezado.
>>> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão
há de se fazer manejo.
>>> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um
trabalho em prateleiras empoeiradas...
>>> > o que falta? coragem?
>>> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da
pesquisa, com ótimos resultados.
>>> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa
abaixo de sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a
coragem? cadê a ANA e SRHs?
>>> > abs
>>> >
>>> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria"
<[email protected]> escreveu:
>>> >>
>>> >> Bom dia
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e
consequente redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ?
>>> >>
>>> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de
orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o
nosso papel.
>>> >>
>>> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e
nas cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle
esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de água
nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção,
pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas industrias e essa
mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas lavouras de cana.
>>> >>
>>> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver
desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB
nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos para
a economia nacional.
>>> >>
>>> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois
percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando
vemos um professor pregando algo assim.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Abraços
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Marco Viana
>>> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios.
>>> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas
>>> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060
>>> >> Fone: 55 16 3237-4249
>>> >> Celular: 55 16 981.752662
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome
de Rodrigo Vieira
>>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41
>>> >> Para: undisclosed-recipients:
>>> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>
>>> >>
>>> >> ---------- Mensagem encaminhada ----------
>>> >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]>
>>> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
>>> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])"
<[email protected]>, "[email protected]"
<[email protected]>, "[email protected]"
<[email protected]>
>>> >>
>>> >>
>>> >> Para conhecimento.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> De: Gerlane Alves de Sousa
>>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26
>>> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação
>>> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Época
>>> >>
>>> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária”
>>> >>
>>> >>
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo
-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html
>>> >>
>>> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do
Rio de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos,
afirma que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas
lavouras, mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o
professor, a medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da
atividade agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do Espírito
Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 milhões, o
equivalente a 15% de sua receita anual. Para compensá-los de uma eventual
redução na colheita, o governo pagaria uma indenização, como incentivo a
economia de água. Canedo diz que o custo para os cofres públicos seia menor
do que os gastos para compensar a crise hídrica.
>>> >>
>>> >> >> Reportagens sobre a crise da água
>>> >>
>>> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que
consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo?
>>> >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de
água e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido
comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água
são gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo
pela população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a
agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está
errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de
Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é
pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja sempre
presente, para estimular o uso correto da irrigação. 
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores?
>>> >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução,
apoio técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método
mais eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se trata
simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais
utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos empreendedores
rurais, o que não seria justo.
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – Qual a solução possível?
>>> >> Canedo –  Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do
tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se nós
fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se tem
para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano.
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na
economia dos municípios?
>>> >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão
sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas
coisas ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais,
estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A
água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o
pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito provável uma
estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma
família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será
financeiramente difícil e avisa à família que poupará dinheiro. Aquela coisa
de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não pode mais, agora é só uma
vez por mês. Se a economia de água começar com antecedência, ninguém sofrerá
muito.
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é
responsável pela crise?
>>> >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca
urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a
utilização da água para consumo. 
>>> >>
>>> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste?
>>> >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos
água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla o
orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil é um
país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os recursos
hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos todos. A culpa
é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa situação tão grave, se
tivéssemos um comportamento minimamente organizado.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> G1
>>> >>
>>> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês
>>> >>
>>> >>
http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-eco
nomiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a
produção de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema
faz com que 15 milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos
mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil.
>>> >>
>>> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é
ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, eles
vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a crise
hídrica.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Diário do Grande ABC
>>> >>
>>> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na
região
>>> >>
>>> >>
http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/fa
lta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?refere
ncia=minuto-a-minuto-topo
>>> >>
>>> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta
semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, tomou
um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em torno de
10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado pela
falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez com que agricultores
tivessem de despender mais recursos com a irrigação, custo que foi repassado
ao consumidor.
>>> >>
>>> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta
básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado
de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada com os sete
dias anteriores, saindo por R$ 472,97.
>>> >>
>>> >> Em Destaque
>>> >>
>>> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara
sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana
na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza
>>> >>
>>> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate,
que voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo –
alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor
foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em
média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a R$
2,74.
>>> >>
>>> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda,
afirma que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15%
menos. A alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40).
>>> >>
>>> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os
agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção do
setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e percebemos
que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi a mesma em
todos os lugares.”
>>> >>
>>> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente
Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à estiagem
e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que realizar por
conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os alimentos pesou
muito, e os clientes não param de reclamar”, diz.
>>> >>
>>> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou
indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, gera
preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei onde isso
vai parar.”
>>> >>
>>> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando
percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para
aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de
ideia.”
>>> >>
>>> >> ECONOMIA -  Uma saída para quem quer economizar, sem perder
nutrientes importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a
feira. “Grãos e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos
congelados como ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a
culinarista Ana Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a
alta nos preços.
>>> >>
>>> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também
reduz os gastos com alimentação.
>>> >>
>>> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é
aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como
ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o preço
na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do
maracujá sai por R$ 4,99.
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Reuters Brasil
>>> >>
>>> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração
federal
>>> >>
>>> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213
>>> >>
>>> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o
monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da administração
pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando os temores de
racionamento no país.
>>> >>
>>> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o
Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer informações
referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através do Sistema do
Projeto Esplanada Sustentável.
>>> >>
>>> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano
devem ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor
de cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações.
>>> >>
>>> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento,
estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e água
pelos órgãos em até 60 dias.
>>> >>
>>> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas
pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais estão
o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e lâmpadas em
ambientes desocupados.
>>> >>
>>> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo,
a definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e
gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da
água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações.
>>> >>
>>> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos
reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações
para o abastecimento energético e hídrico do país.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Montesclaros.com
>>> >>
>>> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas
>>> >>
>>> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286
>>> >>
>>> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no
abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água
deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De
acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de
Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá
reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo humano,
30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% para
irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação Normativa
elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado
foram questionados pelos conselheiros. Após análise das reivindicações e
possíveis alterações no texto, outra reunião do conselho será marcada,
quando haverá a votação e as medidas poderão ser adotadas.
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >> Gerlane Alves
>>> >> Assessoria de Comunicação Social
>>> >>
>>> >> Ministério da Integração Nacional
>>> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726
>>> >>
>>> >> Site: www.mi.gov.br
>>> >> Facebook: facebook.com/br.integracao
>>> >>
>>> >> Twitter: twitter.com/br_integracao
>>> >>
>>> >>  
>>> >>
>>> >>
>>> >> _______________________________________________
>>> >> Irriga-l mailing list
>>> >> [email protected]
>>> >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
>>> >>
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>>> Irriga-l mailing list
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>>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
>>
>>
>>
>>
>> -- 
>> Laércio Jacovine
>> Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV
>> Área de Economia Ambiental
>>
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