Colegas, 
Bom dia. 

A conversa está muito interessante. Fico muito satisfeito em ver um debate tão 
intenso entre nós especialistas. Sempre digo, basta olhar nos principais 
congressos, temos muito pouca gente falando o tema água na agricultura. 

Neste momento sugiro deixar de lado os oportunistas. Seria impossível responder 
caso a caso. Temos que nos organizar e levar esse debate para a sociedade, mas 
tem que ser de uma maneira mais simples e direta, no sentido de educar, sem 
radicalismos. Nesse sentido, é fundamental envolver a mídia. 

Um dia vi uma reportagem de um colega dizendo que a agricultura não “consome” 
água, pois ela volta para o ciclo hidrológico. Este tipo de afirmação mais 
atrapalha do que ajuda... 

A ideia de formar um grupo de especialistas que possam trabalhar num documento 
para a sociedade é muito interessante. A irrigação não usa água é apenas um 
meio de levar água para as culturas. É importante deixa claro que a agricultura 
utiliza água, e não é pouca água, mas é para um fim nobre, produção de 
alimento. O debate então é quanto de alimento, fibras, energia, etc. queremos 
ou precisamos produzir? 

Outro documento desse grupo, com visão de futuro, deveria ser para os nossos 
gestores. Na verdade eles precisam dessa orientação...se não fizermos os outros 
fazem.. 

Desculpe o longo e-mail para uma segunda de carnaval. 

Abs, 
Lineu. 
PS: Acho ser importante também uniformizar alguns conceitos entre nós mesmos.. 
----- Mensagem original -----

De: "Marco Viana" <[email protected]> 
Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" 
<[email protected]> 
Enviadas: Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 10:58:55 
Assunto: [SPAM]Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS 

Bom dia Fernando 

Concordo com você precisamos eleger e organizar uma pauta minima para discussão 
e depois direcionar nossas acoes. 
O GIFC poderia canalizar essas idéias. 
E colocar em discussão e definição de direcionamento em outubro durante o 
irrigacana. 
O que acham? 

Em 16/02/2015 10:46, [email protected] escreveu: 
> 
> Bom dia, Laércio 
> A ideia é interessante e, como várias outras já expostas aqui, já deve ter 
> alguns trabalhos sobre o tema. 
> Entretanto, o que falta é a realização de estudos amplos e sistêmicos sobre 
> este e os demais temas. Por exemplo, deve haver alguns (ou vários) estudos de 
> caso desse tipo em âmbito de sub-bacias hidrográficas isoladas, mas não para 
> bacias hidrográficas inteiras, e muito menos para as regiões e todo o 
> território nacional. 
> Creio que o enfrentamento de uma crise como esta pela qual passamos implica 
> na escolha de alguns temas fundamentais e a organização de estudos de amplo 
> espectro territorial, pois há carência de recursos para estudar e desenvolver 
> estratégias para todos os temas. 
> Assim, poderemos formular algumas estratégias necessárias para enfrentar a 
> crise em todas as suas instâncias (armazenamento de água, racionalização do 
> uso, valorização de serviços ambientais, comunicação social etc.). 
> 
> Att., 
> Fernando 
> 
> P.S. (para quem tiver mais tempo para ler): 
> Recentemente eu me meti em uma discussão de Facebook sobre os tais 70% de 
> água utilizados pela agricultura, na qual havia um claro ataque ao 
> agronegócio. Segundo alguns participantes, "agronegócio" só produz 
> commodities para exportação, usa "agrotóxicos" e polui o ambiente. Resumo da 
> ópera: saí da discussão por impossibilidade de provar meu ponto de vista 
> devido à ignorância dos participantes sobre o tema. 
> Não temos feito um bom trabalho de comunicação social, pois esse indivíduo 
> deve ter tomado seu café da manhã (café, pão, leite, manteiga, frutas etc.), 
> vestido algo com fibras vegetais, calçado algo de couro ou com solado de 
> borracha, sentado à frente de seu computador (em uma cadeira com partes de 
> borracha e uma mesa com madeira maciça ou derivados), e escreveu todas as 
> barbaridades que li em sua mensagem. Depois, deve ter-se levantado e ido 
> almoçar um belo arroz com feijão, bife e salada. 
> 
> 
> 
> --- 
> Fernando Campos Mendonça 
> Depto. de Engenharia de Biossistemas - ESALQ/USP 
> Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 09 
> 13418-900 Piracicaba - SP 
> http://www.leb.esalq.usp.br 
> Skype: fcmendon 
> 
> ________________________________ 
>> 
>> De: "Laércio Jacovine" <[email protected]> 
>> Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" 
>> <[email protected]> 
>> Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015 10:21:15 
>> Assunto: Re: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS 
>> 
>> Caros, 
>> Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento de ideias. 
>> Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. Nesta linha 
>> temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono em propriedades rurais 
>> (pegada de carbono). A propriedade tem suas emissões por meio do consumo de 
>> energia, fertilizantes, combustível, geração de resíduos sólidos, líquidos e 
>> gasosos (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por outro lado, as 
>> propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras, pomares, 
>> culturas perenes, pastagens, etc.) que sequestram e estocam carbono. Por fim 
>> tem-se o balanço, que tem-se verificado em alguns levantamentos de pesquisa, 
>> mais de 50% são positivos. Assim, estes produtores estão contribuindo para a 
>> minimização das mudanças climáticas. 
>> 
>> Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o consumo de 
>> água dos produtores e qual é produção de água na propriedades? A maioria das 
>> propriedades tem uma nascente e produz água, que pode ser considerada como 
>> produzida. Também tem as suas represas, que armazenam a água excedente da 
>> época chuvosa. 
>> 
>> Além disso, parte da água que poderia ser considerada como consumida, o 
>> produtor a acumula nos seus produtos que vão para a mesa do consumidor. Um 
>> produtor de melancia, por exemplo, consome água, mas está acumulando no 
>> produto. Esta água entrará na conta do consumo recomendado de 2 litros de 
>> água/dia. 
>> Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria das 
>> propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os consumidores 
>> da cidade. Por isto, devem receber por esta prestação de serviço ambiental. 
>> 
>> O que acham disso? 
>> 
>> Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana <[email protected]> 
>> escreveu: 
>>> 
>>> Bom dia Rodrigo 
>>> 
>>> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a 
>>> verdade nunca me faltou. 
>>> O GIFC esta ai pra isso. 
>>> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a 
>>> disposição. 
>>> Podem contar comigo. 
>>> 
>>> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu: 
>>> > 
>>> > prezado. 
>>> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão há 
>>> > de se fazer manejo. 
>>> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um 
>>> > trabalho em prateleiras empoeiradas... 
>>> > o que falta? coragem? 
>>> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da 
>>> > pesquisa, com ótimos resultados. 
>>> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa 
>>> > abaixo de sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a 
>>> > coragem? cadê a ANA e SRHs? 
>>> > abs 
>>> > 
>>> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" 
>>> > <[email protected]> escreveu: 
>>> >> 
>>> >> Bom dia 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente 
>>> >> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ? 
>>> >> 
>>> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de 
>>> >> orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o 
>>> >> nosso papel. 
>>> >> 
>>> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas 
>>> >> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle 
>>> >> esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de 
>>> >> água nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa 
>>> >> direção, pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas 
>>> >> industrias e essa mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas 
>>> >> lavouras de cana. 
>>> >> 
>>> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver 
>>> >> desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB 
>>> >> nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos 
>>> >> para a economia nacional. 
>>> >> 
>>> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois 
>>> >> percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente 
>>> >> quando vemos um professor pregando algo assim. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Abraços 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Marco Viana 
>>> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. 
>>> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas 
>>> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060 
>>> >> Fone: 55 16 3237-4249 
>>> >> Celular: 55 16 981.752662 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de 
>>> >> Rodrigo Vieira 
>>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 
>>> >> Para: undisclosed-recipients: 
>>> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> ---------- Mensagem encaminhada ---------- 
>>> >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]> 
>>> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 
>>> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS 
>>> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" 
>>> >> <[email protected]>, "[email protected]" 
>>> >> <[email protected]>, "[email protected]" 
>>> >> <[email protected]> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Para conhecimento. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> De: Gerlane Alves de Sousa 
>>> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 
>>> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação 
>>> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Época 
>>> >> 
>>> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária” 
>>> >> 
>>> >> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html
>>> >>  
>>> >> 
>>> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio 
>>> >> de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, 
>>> >> afirma que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas 
>>> >> lavouras, mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o 
>>> >> professor, a medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da 
>>> >> atividade agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do 
>>> >> Espírito Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 
>>> >> milhões, o equivalente a 15% de sua receita anual. Para compensá-los de 
>>> >> uma eventual redução na colheita, o governo pagaria uma indenização, 
>>> >> como incentivo a economia de água. Canedo diz que o custo para os cofres 
>>> >> públicos seia menor do que os gastos para compensar a crise hídrica. 
>>> >> 
>>> >> >> Reportagens sobre a crise da água 
>>> >> 
>>> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que 
>>> >> consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo? 
>>> >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água 
>>> >> e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido 
>>> >> comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da 
>>> >> água são gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o 
>>> >> consumo pela população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São 
>>> >> Paulo, a agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que 
>>> >> já está errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No 
>>> >> caso de Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a 
>>> >> agricultura é pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, 
>>> >> que esteja sempre presente, para estimular o uso correto da irrigação. 
>>> >> 
>>> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores? 
>>> >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio 
>>> >> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método 
>>> >> mais eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se 
>>> >> trata simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem 
>>> >> mais utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos 
>>> >> empreendedores rurais, o que não seria justo. 
>>> >> 
>>> >> ÉPOCA – Qual a solução possível? 
>>> >> Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do 
>>> >> tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se 
>>> >> nós fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que 
>>> >> se tem para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano. 
>>> >> 
>>> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na 
>>> >> economia dos municípios? 
>>> >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão 
>>> >> sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas 
>>> >> coisas ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações 
>>> >> municipais, estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a 
>>> >> escassez. A água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um 
>>> >> ano atrás, o pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito 
>>> >> provável uma estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: 
>>> >> imagine uma família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano 
>>> >> seguinte será financeiramente difícil e avisa à família que poupará 
>>> >> dinheiro. Aquela coisa de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não 
>>> >> pode mais, agora é só uma vez por mês. Se a economia de água começar com 
>>> >> antecedência, ninguém sofrerá muito. 
>>> >> 
>>> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é 
>>> >> responsável pela crise? 
>>> >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca 
>>> >> urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a 
>>> >> utilização da água para consumo. 
>>> >> 
>>> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? 
>>> >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos 
>>> >> água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que 
>>> >> controla o orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. 
>>> >> Como o Brasil é um país muito rico em água, nós temos uma gestão 
>>> >> desleixada com os recursos hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e 
>>> >> nos complicamos todos. A culpa é da falta de chuva? É claro, mas não 
>>> >> estaríamos numa situação tão grave, se tivéssemos um comportamento 
>>> >> minimamente organizado. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> G1 
>>> >> 
>>> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês 
>>> >> 
>>> >> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html
>>> >>  
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a produção 
>>> >> de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema faz com 
>>> >> que 15 milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos 
>>> >> mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil. 
>>> >> 
>>> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é 
>>> >> ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, 
>>> >> eles vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a 
>>> >> crise hídrica. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Diário do Grande ABC 
>>> >> 
>>> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região 
>>> >> 
>>> >> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo
>>> >>  
>>> >> 
>>> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta 
>>> >> semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, 
>>> >> tomou um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em 
>>> >> torno de 10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi 
>>> >> provocado pela falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez 
>>> >> com que agricultores tivessem de despender mais recursos com a 
>>> >> irrigação, custo que foi repassado ao consumidor. 
>>> >> 
>>> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta 
>>> >> básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento 
>>> >> Integrado de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada 
>>> >> com os sete dias anteriores, saindo por R$ 472,97. 
>>> >> 
>>> >> Em Destaque 
>>> >> 
>>> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara 
>>> >> sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta 
>>> >> semana na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza 
>>> >> 
>>> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que 
>>> >> voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – 
>>> >> alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor 
>>> >> foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em 
>>> >> média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada 
>>> >> a R$ 2,74. 
>>> >> 
>>> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma 
>>> >> que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. 
>>> >> A alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). 
>>> >> 
>>> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os 
>>> >> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e 
>>> >> produção do setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da 
>>> >> região e percebemos que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa 
>>> >> dada foi a mesma em todos os lugares.” 
>>> >> 
>>> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente 
>>> >> Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à 
>>> >> estiagem e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que 
>>> >> realizar por conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os 
>>> >> alimentos pesou muito, e os clientes não param de reclamar”, diz. 
>>> >> 
>>> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou 
>>> >> indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, 
>>> >> gera preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei 
>>> >> onde isso vai parar.” 
>>> >> 
>>> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando 
>>> >> percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para 
>>> >> aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de 
>>> >> ideia.” 
>>> >> 
>>> >> ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes 
>>> >> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. 
>>> >> “Grãos e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos 
>>> >> congelados como ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a 
>>> >> culinarista Ana Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto 
>>> >> com a alta nos preços. 
>>> >> 
>>> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também 
>>> >> reduz os gastos com alimentação. 
>>> >> 
>>> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é 
>>> >> aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como 
>>> >> ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o 
>>> >> preço na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, 
>>> >> enquanto a do maracujá sai por R$ 4,99. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Reuters Brasil 
>>> >> 
>>> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração 
>>> >> federal 
>>> >> 
>>> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 
>>> >> 
>>> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o 
>>> >> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da 
>>> >> administração pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando 
>>> >> os temores de racionamento no país. 
>>> >> 
>>> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o 
>>> >> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer 
>>> >> informações referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através 
>>> >> do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável. 
>>> >> 
>>> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem 
>>> >> ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor 
>>> >> de cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações. 
>>> >> 
>>> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e 
>>> >> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, 
>>> >> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e 
>>> >> água pelos órgãos em até 60 dias. 
>>> >> 
>>> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas 
>>> >> pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais 
>>> >> estão o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e 
>>> >> lâmpadas em ambientes desocupados. 
>>> >> 
>>> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a 
>>> >> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e 
>>> >> gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso 
>>> >> da água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações. 
>>> >> 
>>> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos 
>>> >> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com 
>>> >> implicações para o abastecimento energético e hídrico do país. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Montesclaros.com 
>>> >> 
>>> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas 
>>> >> 
>>> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 
>>> >> 
>>> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no 
>>> >> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água 
>>> >> deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. 
>>> >> De acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual 
>>> >> de Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá 
>>> >> reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo 
>>> >> humano, 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% 
>>> >> para irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação 
>>> >> Normativa elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos 
>>> >> pelo estado foram questionados pelos conselheiros. Após análise das 
>>> >> reivindicações e possíveis alterações no texto, outra reunião do 
>>> >> conselho será marcada, quando haverá a votação e as medidas poderão ser 
>>> >> adotadas. 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> Gerlane Alves 
>>> >> Assessoria de Comunicação Social 
>>> >> 
>>> >> Ministério da Integração Nacional 
>>> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 
>>> >> 
>>> >> Site: www.mi.gov.br 
>>> >> Facebook: facebook.com/br.integracao 
>>> >> 
>>> >> Twitter: twitter.com/br_integracao 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> 
>>> >> _______________________________________________ 
>>> >> Irriga-l mailing list 
>>> >> [email protected] 
>>> >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l 
>>> >> 
>>> _______________________________________________ 
>>> Irriga-l mailing list 
>>> [email protected] 
>>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> -- 
>> Laércio Jacovine 
>> Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV 
>> Área de Economia Ambiental 
>> 
>> _______________________________________________ 
>> Irriga-l mailing list 
>> [email protected] 
>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l 
> 
> 
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