Caros,
Gostaria de levantar mais um tema para discussão e amadurecimento de ideias.
Tenho trabalhado na linha de valoração dos recursos naturais. Nesta linha
temos alguns trabalhos na linha de balanço de carbono em propriedades
rurais (pegada de carbono). A propriedade tem suas emissões por meio do
consumo de energia, fertilizantes, combustível, geração de resíduos
sólidos, líquidos e gasosos (exemplo: metano emitido pelos bovinos). Por
outro lado, as propriedades tem suas áreas de vegetação (matas, capoeiras,
pomares, culturas perenes, pastagens, etc.) que sequestram e estocam
carbono. Por fim tem-se o balanço, que tem-se verificado em alguns
levantamentos de pesquisa, mais de 50% são positivos. Assim, estes
produtores estão contribuindo para a minimização das mudanças climáticas.

Acreditamos que o mesmo deveria ser feito para a água. Qual é o consumo de
água dos produtores e qual é produção de água na propriedades? A maioria
das propriedades tem uma nascente e produz água, que pode ser considerada
como produzida. Também tem as suas represas, que armazenam a água excedente
da época chuvosa.

Além disso, parte da água que poderia ser considerada como consumida, o
produtor a acumula nos seus produtos que vão para a mesa do consumidor. Um
produtor de melancia, por exemplo, consome água, mas está acumulando no
produto. Esta água entrará na conta do consumo recomendado de 2 litros de
água/dia.
Por fim, deve-se realizar este balanço. Acreditamos que a maioria das
propriedades possuem balanço positivo e fornecem água para os consumidores
da cidade. Por isto, devem receber por esta prestação de serviço ambiental.

O que acham disso?

Em 15 de fevereiro de 2015 10:57, Marco Viana <[email protected]>
escreveu:

> Bom dia Rodrigo
>
> Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a
> verdade nunca me faltou.
> O GIFC esta ai pra isso.
> Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a
> disposição.
> Podem contar comigo.
>
> Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu:
> >
> > prezado.
> > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão há
> de se fazer manejo.
> > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um
> trabalho em prateleiras empoeiradas...
> > o que falta? coragem?
> > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da
> pesquisa, com ótimos resultados.
> > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa
> abaixo de sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a
> coragem? cadê a ANA e SRHs?
> > abs
> >
> > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" <
> [email protected]> escreveu:
> >>
> >> Bom dia
> >>
> >>
> >>
> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente
> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ?
> >>
> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de
> orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o
> nosso papel.
> >>
> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas
> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle
> esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de água
> nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção,
> pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas industrias e essa
> mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas lavouras de cana.
> >>
> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver
> desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB
> nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos
> para a economia nacional.
> >>
> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois
> percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando
> vemos um professor pregando algo assim.
> >>
> >>
> >>
> >> Abraços
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Marco Viana
> >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios.
> >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas
> >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060
> >> Fone: 55 16 3237-4249
> >> Celular: 55 16 981.752662
> >>
> >>
> >>
> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de
> Rodrigo Vieira
> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41
> >> Para: undisclosed-recipients:
> >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> ---------- Mensagem encaminhada ----------
> >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]>
> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
> >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS
> >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" <
> [email protected]>, "[email protected]" <
> [email protected]>, "[email protected]" <
> [email protected]>
> >>
> >>
> >> Para conhecimento.
> >>
> >>
> >>
> >> De: Gerlane Alves de Sousa
> >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26
> >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação
> >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS
> >>
> >>
> >>
> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015
> >>
> >>
> >>
> >> Época
> >>
> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária”
> >>
> >>
> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html
> >>
> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio
> de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, afirma
> que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas lavouras,
> mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o professor, a
> medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da atividade
> agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do Espírito Santo
> onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 milhões, o equivalente a
> 15% de sua receita anual. Para compensá-los de uma eventual redução na
> colheita, o governo pagaria uma indenização, como incentivo a economia de
> água. Canedo diz que o custo para os cofres públicos seia menor do que os
> gastos para compensar a crise hídrica.
> >>
> >> >> Reportagens sobre a crise da água
> >>
> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que
> consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo?
> >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água
> e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido comum
> essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água são
> gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo pela
> população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a
> agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está
> errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de
> Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é
> pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja
> sempre presente, para estimular o uso correto da irrigação.
> >>
> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores?
> >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio
> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método mais
> eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se trata
> simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais
> utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos empreendedores
> rurais, o que não seria justo.
> >>
> >> ÉPOCA – Qual a solução possível?
> >> Canedo –  Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do
> tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se nós
> fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se tem
> para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano.
> >>
> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na
> economia dos municípios?
> >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão
> sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas
> coisas ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais,
> estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A
> água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o
> pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito provável uma
> estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma
> família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será
> financeiramente difícil e avisa à família que poupará dinheiro. Aquela
> coisa de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não pode mais, agora é só
> uma vez por mês. Se a economia de água começar com antecedência, ninguém
> sofrerá muito.
> >>
> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é
> responsável pela crise?
> >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca
> urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a
> utilização da água para consumo.
> >>
> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste?
> >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos
> água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla o
> orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil é
> um país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os recursos
> hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos todos. A
> culpa é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa situação tão
> grave, se tivéssemos um comportamento minimamente organizado.
> >>
> >>
> >>
> >> G1
> >>
> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês
> >>
> >>
> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html
> >>
> >>
> >>
> >>  Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a
> produção de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema
> faz com que 15 milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos
> mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil.
> >>
> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é
> ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, eles
> vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a crise
> hídrica.
> >>
> >>
> >>
> >> Diário do Grande ABC
> >>
> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região
> >>
> >>
> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo
> >>
> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta
> semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão,
> tomou um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em torno
> de 10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado
> pela falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez com que
> agricultores tivessem de despender mais recursos com a irrigação, custo que
> foi repassado ao consumidor.
> >>
> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta
> básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento
> Integrado de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada
> com os sete dias anteriores, saindo por R$ 472,97.
> >>
> >> Em Destaque
> >>
> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara
> sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana
> na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza
> >>
> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate,
> que voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo –
> alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor
> foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em
> média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a
> R$ 2,74.
> >>
> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma
> que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. A
> alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40).
> >>
> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os
> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção
> do setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e
> percebemos que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi a
> mesma em todos os lugares.”
> >>
> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente
> Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à
> estiagem e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que
> realizar por conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os
> alimentos pesou muito, e os clientes não param de reclamar”, diz.
> >>
> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou
> indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, gera
> preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei onde isso
> vai parar.”
> >>
> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando
> percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para
> aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de
> ideia.”
> >>
> >> ECONOMIA -  Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes
> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. “Grãos
> e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos congelados como
> ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a culinarista Ana
> Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a alta nos
> preços.
> >>
> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também
> reduz os gastos com alimentação.
> >>
> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é
> aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como
> ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o preço
> na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do
> maracujá sai por R$ 4,99.
> >>
> >>
> >> Reuters Brasil
> >>
> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração
> federal
> >>
> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213
> >>
> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o
> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da administração
> pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando os temores de
> racionamento no país.
> >>
> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o
> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer
> informações referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através do
> Sistema do Projeto Esplanada Sustentável.
> >>
> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem
> ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor de
> cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações.
> >>
> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e
> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento,
> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e água
> pelos órgãos em até 60 dias.
> >>
> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas
> pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais
> estão o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e
> lâmpadas em ambientes desocupados.
> >>
> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a
> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e
> gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da
> água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações.
> >>
> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos
> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações
> para o abastecimento energético e hídrico do país.
> >>
> >>
> >>
> >> Montesclaros.com
> >>
> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas
> >>
> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286
> >>
> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no
> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água
> deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De
> acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de
> Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá
> reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo humano,
> 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% para
> irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação Normativa
> elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado
> foram questionados pelos conselheiros. Após análise das reivindicações e
> possíveis alterações no texto, outra reunião do conselho será marcada,
> quando haverá a votação e as medidas poderão ser adotadas.
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Gerlane Alves
> >> Assessoria de Comunicação Social
> >>
> >> Ministério da Integração Nacional
> >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726
> >>
> >> Site: www.mi.gov.br
> >> Facebook: facebook.com/br.integracao
> >>
> >> Twitter: twitter.com/br_integracao
> >>
> >>
> >>
> >>
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Laércio Jacovine
Prof. Departamento de Engenharia Florestal/UFV
Área de Economia Ambiental
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