Adicionei à proposta as observações feitas ( de 1 a 4 ) > 4. Para os níveis secondary e tertiary, o termo "rodovia" deve ser > trocado pelo termo "estrada" para incluir vias não-pavimentadas que > satisfaçam a regra da rota ideal. Especialmente importante em várias > regiões menos desenvolvidas do país que muitas vezes não têm ligações > viárias pavimentadas.
Caberia aqui resaltar a diferença entre os termos estrada e rodovia como "nota" na proposta. Qual seria exatamente a diferença a que tu se refere? Uma asfaltada e outra não? Uma implantada e outra não? Não haverá também casos onde a rota ideal entre cidades médias e grandes se dará por estradas e não por rodovias? > 5. Acredito que as comunidades dos outros estados vão querer avaliar > com cuidado se o limiar populacional se ajusta à sua realidade local. > Os limiares padrões do OSM a princípio seriam a metade dos propostos: > 100k, 10k, 1k, etc. Pode ser muito num estado denso como São Paulo ou > pouco num pouco denso como o Amazonas. Acredito que em diálogos com membros de diferentes estados, poderíamos chegar a uma melhor definição, ou, tabelar por estados. Ou ainda, estender o conceito para as cidades principais de Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias conforme [1] [1] - https://wiki.openstreetmap.org/w/index.php?title=Brazil/Classifica%C3%A7%C3%A3o_das_rodovias_do_Brasil&action=submit#Outras_possibilidades_a_discutir > 6. "Para esta finalidade, convencionou-se que uma cidade X exerce > influência num raio determinado pela raiz quadrada de sua população." > > No caso do RS, a aplicação desse critério não mudaria em nada a > classificação final que foi aprovada. Embora eu não discorde a > priori, as implicações não chegaram a ser discutidas nem no fórum, nem > no Telegram. Pra classificação viária, o raio de influência de uma > cidade raramente vai além das suas conexões diretas com as cidades > mais próximas na categoria de lugar sendo considerada (100k ou 200k > para trunk, 10k ou 20k para primary). O que varia de regiões densas > pras esparsas é a distância dessas cidades de mesma categoria mais > próximas, e em alguns casos (especialmente onde o sistema viário é > muito denso), é necessário ir para o próximo conjunto de cidades. > > Por esse critério, São Paulo teria um raio de influência de pouco > menos de 3500km, indo até o Ushuaia e até San Jose, na Costa Rica. Ou > seja, para completar o sistema trunk, teríamos que tentar encontrar a > melhor rota entre São Paulo e San Jose (que não existe [1]), ou entre > São Paulo e, digamos, Caracas, na Venezuela. Faz parte dessa rota o > trecho Porto Velho - Manaus, que não é pavimentado. Acho difícil > argumentar que São Paulo influencia o sistema viário muito além do que > seria o percurso factível em 1 dia de viagem (~1320km se for a 110km/h > continuamente por 12 horas) ou muito além das capitais dos estados > vizinhos, sendo que pra viagens mais longas outros modais são > preferíveis (trem ou barco para cargas, avião para passageiros). Por > outro lado, Palmas, no Tocantins, teria um raio de apenas 546km, que > por pouco não cobre todo o estado do Tocantins. O projeto das BRs com > certeza inclui prioritariamente no mínimo a interligação entre as > capitais estaduais. > > Agora, se limitarmos em 1320km, algumas cidades grandes em regiões > pouco densas, como Manaus, teriam uma área de influência viária > reduzida. > > [1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_de_Dari%C3%A9n Na prática, em muitos casos, ocorrerá ligação ideal entre cidades intermediárias, que levará a completar a conexão mesmo entre as cidades mais longínquas. Casos excepcionais deverão ser documentados. Poderíamos considerar aqui que pelo menos o admin_centre de um admin_level exerce importância em todo o seu território. _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
