Caros colegas,

Só um pitaco quanto à suporte.

Apesar da expiração oficial do suporte da Microsoft ao W95/98, hoje eu encontro
muito mais material sobre eles na Internet. Se pessoas como eu armazenarem
estes conhecimentos, o suporte nunca acabará. Pelo Google se encontra um
trabalhovárias vezes repetido sobre os mesmos, sinal de que outros coletam as
informações, melhoram e republicam (República, interessante=coisa pública).

Mas por que armazenar dúvidas de softwares antigos ? Porque ainda existem
máquinas antigas, o acesso à Internet só necessita de um cliente de pequeno
porte, e o W98 oferece 99,9 % das soluções que um escritório necessita. Para um
CAD, o interessado compra uma máquina boa, pois sabe o benefício que a mesma lhe
proporciona.

O suporte ao W95/W98 nunca acabará, eu vaticino.

Bernardo

Citando Charles Mathieu <[EMAIL PROTECTED]>:

> Roberto,
> Apreciei seus comentários.
> Um ponto que gostaria de ressaltar e que já foi abordado é a questão do 
> suporte.
> Os programas livres estão em constante evolução devido a atuação dos 
> seus desenvolvedores independentes e conseqüentemente tem suporte 
> permanente quanto a sua atualização e a solução de problemas constatados.
> Ocorre que os programas comerciais e citarei o Windows( que vai lançar o 
> LongHorn, o chifre comprido), decorrido um certo tempo, deixam de 
> fornecer um suporte ou umas atualizações para  suas versões mais 
> antigas; obrigando assim de um certo modo a compra de um programa mais 
> novo, com a perda do investimento anterior.
> Não sei quais são as  regras e obrigações das empresas de informática  
> neste caso; mas comparando com as contadoras de veiculo, embora um 
> modelo não esteja mais fabricado elas são obrigadas a fornecer peças de 
> reposição e se foram comprovadas falhas técnicas fazer o "recall"por 
> muitos anos. 8-)
> 
> Windows ME, FireFox 1.0.6 pt-BR, OpenOffice 2.0 Beta 2 pt-BR, Pixia 2.8 
> fr-FR
> 
> PuxaRapido 0.834 pt-BR, Thunderbird 1.0.6 pt-BR, IZarc 3.5 pt-BR
> 
> 
> 
> Roberto Salomon escreveu:
> 
> > Marcus,
> >
> > Vamos por partes:
> >
> > [EMAIL PROTECTED] wrote:
> >
> >> Senhores,
> >>
> >> Essa questão pode ser olhado por essa ótica que é a ótica do 
> >> colaborador da empresa.
> >> Como ótica do gerente e responsável pelo suporte existem questões 
> >> ainda não resolvidas o que pode causar um risco.
> >>   
> >
> > O que é plenamente compreensível, afinal é o dinheiro da empresa que 
> > está em jogo.
> >
> >> A marca Open Office não pode ser usada então o projeto pode ser 
> >> chamado openoffice.org mas o programa não ( a versão 2.0 adotará 
> >> outro nome)
> >>   
> >
> > A marca Open Office é registrada por uma empresa do Rio de Janeiro. 
> > Não é novidade pois já aconteceu nos EUA também, daí o nome do projeto 
> > e do produto ser OpenOffice.org. Aqui no Brasil iremos adotar outro 
> > nome que já está registrado para que este problema não volte a 
> > ocorrer. Mesmo assim, a utilização de uma marca previamente registrada 
> > é um problema do distribuidor e não do usuário de boa fé. É por isso 
> > que a Conectiva distribuia o OOo com o nome de Conectiva Office. O 
> > mesmo ocorre com outras distros e produtos como o Free Office do 
> > Freedows.
> >
> >> As licenças copyleft estão sendo questionadas pela marcas e patentes 
> >> dos eua. O Unix questiona que o Linux por exemplo usa o código fonte 
> >> do Unix.
> >>   
> >
> > As licenças GPL e LGPL não estão sendo questionadas judicialmente em 
> > nenhum lugar. Muito pelo contrário. O que vemos são decisões judiciais 
> > que demonstram a aplicabilidade destas licenças. O que está sendo 
> > discutido é o sistema de patentes norte-americano que vem se mostrando 
> > uma verdadeira camisa de força para todos, inclusive e especialmente 
> > para as pequenas empresas americanas. A versão 3 da GPL, que está 
> > sendo preparada, vem para atender a esta "peculiaridade" do mercado 
> > norte-americano.
> >
> > O processo que a SCO move contra a IBM não está demonstrando nada. 
> > Muito pelo contrário. Recomendo a leitura do site 
> > http://www.groklaw.net onde a Pamela Jones faz um acompanhamento 
> > dia-a-dia do processo. Na verdade, a SCO está com dificuldades até 
> > para comprovar que é dona do código, onde parte dos direitos é 
> > disputada pela Novell.
> >
> >> Onde eu gostaria de chegar.....
> >> O Software livre possue riscos.
> >> O software livre possue custos.
> >>   
> >
> > Com relação a riscos, todos os que vc mencionou não passam de FUD 
> > (Fear Uncertainty and Doubt) propagados pela indústria "tradicional" 
> > de software. Na verdade, o único risco que poderia ser atribuído à 
> > utilização de Software Livre é a questão de suporte. Mas mesmo este 
> > "risco" torna-se uma oportunidade para as empresas que se vêm livres 
> > da possibilidade de depender de um único fornecedor.
> >
> >> Mas pesando em uma balança ele ainda é muito mais vantajoso que o M$.
> >> Não gostaria de gerar polêmicas só gostaria que os seus gerentes 
> >> fiquem esclarecidos com o maior número de informações possível sobre 
> >> o OpenOffice.org antes de adotar esta excelente ferramenta.
> >>   
> >
> > O que acho que devemos propagar não é mais a idéia que o OOo é apenas 
> > uma alternativa ao MS-Office. O OOo é MELHOR! Melhor em todos os 
> > aspectos: recursos, portabilidade, segurança... Esta é a tecla em que 
> > temos que bater. Queremos que as empresas adotem o OOo porque ele é 
> > melhor e não ser apenas uma alternativa aos pacotes comerciais 
> > existentes.
> >
> > Um abraço,
> >
> > Salomon
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