Kiss The Blade wrote: > Vc est� dividindo software em castas. De um lado temos a programa��o de > sistemas, que *deve* ser livre, e do outro a programa��o de aplica��es, > que pode ser livre ou propriet�ria. Vc n�o percebe que com essa ideia est� > setorizando onde pode e nao pode negociar software?
E por que n�o? Se alguns rem�dios podem ser fabricados como gen�ricos, e outros n�o, por que diabos alguns softwares n�o podem ser propriet�rios, e outros sim? Estas decis�es do que pode e do que n�o pode ser feito com isto ou aquilo n�o segue necess�riamente a l�gica de mercado, mas a l�gica do melhor bem comum. Pega-se os pr�s, pega-se os contras, joga-se numa an�lise combinat�ria, plota-se um gr�fico e procura-se o ponto na curva onde a rela��o custo/benef�cio for a melhor. Nada mais t�cnico, nada mais simples. A equa��o se complica porque alguns grupos abusam de seu poder tentando impor ao resto da sociedade uma vis�o que n�o lhes beneficia. N�o por outro motivo foi t�o complicado enfiar rem�dio gen�rico na goela de alguns m�dicos, que recebiam comiss�o para receitar um rem�dio e n�o outro. Lembra-se do B.O.? "Bom para Ot�rio"? Pois �. Tenho amigo farmac�utico. Vi toda esta presepada de camarote por interm�dio dele. IMHO, vive-se situa��o praticamente id�ntica com softwre hoje em dia. > Meu cen�rio ideal da inform�tica seria algo tipo come�o dos anos 80: Bons tempos aqueles... 8-) -- []s, ([EMAIL PROTECTED]) Quote of month: Liberdade n�o � um esfor�o individual. A sua s� existe se vc garantir a dos outros! Assinantes em 22/04/2002: 2243 Mensagens recebidas desde 07/01/1999: 163627 Historico e [des]cadastramento: http://linux-br.conectiva.com.br Assuntos administrativos e problemas com a lista: mailto:[EMAIL PROTECTED]
