Kiss The Blade wrote:

> Vc est� dividindo software em castas. De um lado temos a programa��o de
> sistemas, que *deve* ser livre, e do outro a programa��o de aplica��es,
> que pode ser livre ou propriet�ria. Vc n�o percebe que com essa ideia est�
> setorizando onde pode e nao pode negociar software?

E por que n�o? Se alguns rem�dios podem ser fabricados como gen�ricos, e
outros n�o, por que diabos alguns softwares n�o podem ser propriet�rios,
e outros sim?

Estas decis�es do que pode e do que n�o pode ser feito com isto ou
aquilo n�o segue necess�riamente a l�gica de mercado, mas a l�gica do
melhor bem comum.

Pega-se os pr�s, pega-se os contras, joga-se numa an�lise combinat�ria,
plota-se um gr�fico e procura-se o ponto na curva onde a rela��o
custo/benef�cio for a melhor. Nada mais t�cnico, nada mais simples.

A equa��o se complica porque alguns grupos abusam de seu poder tentando
impor ao resto da sociedade uma vis�o que n�o lhes beneficia. N�o por
outro motivo foi t�o complicado enfiar rem�dio gen�rico na goela de
alguns m�dicos, que recebiam comiss�o para receitar um rem�dio e n�o
outro.

Lembra-se do B.O.? "Bom para Ot�rio"? Pois �. Tenho amigo farmac�utico.
Vi toda esta presepada de camarote por interm�dio dele.

IMHO, vive-se situa��o praticamente id�ntica com softwre hoje em dia.

 
> Meu cen�rio ideal da inform�tica seria algo tipo come�o dos anos 80:

Bons tempos aqueles... 8-)

-- 
[]s,
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A sua s� existe se vc garantir a dos outros!

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